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O empreendedorismo da mulher brasileira tem muita história

Por Daiane Catuzzo

No mês em que se comemora o Dia do Empreendedorismo Feminino – 19 de novembro – quero trazer algumas reflexões sobre esse tema tão atual, mas sob um viés diferente: relembrar algumas mulheres empreendedoras que marcaram a História do Brasil, muitas vezes esquecidas e tão pouco valorizadas.

Maria Quitéria

Você já ouviu falar de Maria Quitéria? Em muitos livros de História, é considerada a Joana D’Arc Brasileira. Baiana, nascida em 1792, foi a primeira mulher a fazer parte do Exercito Brasileiro.

Enfrentou seu pai, fugindo de casa para poder participar de forma ativa nas lutas pela Independência do Brasil. Ela tinha grandes habilidades para a luta e para a utilização de armas de fogo. Recebeu a condecoração da Ordem Imperial do Cruzeiro do Sul.

Imperatriz Leopoldina

Maria Leopoldina Josefa Carolina, conhecida como a Imperatriz Leopoldina, teve educação exemplar, se destacava pela boa articulação política e estava sempre atenta ao que acontecia à sua volta. Teve um papel importante para a Independência do Brasil.

Junto com José Bonifácio, a Imperatriz Leopoldina percebeu a ameaça de guerra de algumas províncias contra o Império. Leopoldina e Bonifácio então convenceram Dom Pedro I a ficar no Brasil e declarar a Independência. Porém, quem assina o Decreto foi a Imperatriz Leopoldina, já que naquele momento ela era a chefe do Conselho de Estado, e não o Imperador.

Anita Garibaldi

Outra grande mulher da História brasileira foi Ana Maria de Jesus Ribeiro da Silva, que se tornou conhecida com o nome de Anita Garibaldi. Apelidada de “heroína dos Dois Mundos”, Anita teve uma atuação importante tanto no Brasil, quanto na Europa.

Sua história empreendedora começa quando abandona o marido para lutar na Guerra dos Farrapos, em 1839. Casou novamente, com Giuseppe Garibaldi, com quem enfrentou exércitos, foi capturada, fugiu, passou quatro dias sem comer e beber, tudo isso grávida– uma enorme quebra de padrões para a sociedade da época.

Todas essas mulheres que marcaram a nossa História acreditaram em seus ideais, souberam articular com seus pares, sejam eles homens ou mulheres. Foram atentas aos detalhes, usaram sua sensibilidade para tomar decisões.

Hoje a realidade é outra, mas as características empreendedoras que moveram essas mulheres fantásticas precisam continuar presentes e adaptadas para os novos tempos. O empreendedorismo feminino precisa ser fortalecido: mais mulheres precisam se apropriar de seus desejos e buscar o que almejam, sem impor limites a si mesmas.

É importante ter consciência de que o ambiente empresarial impõe desafios, às vezes até preconceitos. Mas será que os obstáculos que enfrentamos hoje são tão mais desafiadores que aqueles que essas mulheres relevantes da nossa História enfrentaram? Ouso dizer que, naquela época, era ainda mais complicado do que nos dias atuais. Porém, elas não se acomodaram diante das imposições que foram colocadas, preferindo ser firmes e convictas no que buscavam e acreditavam. Que sirvam de exemplo para as empreendedoras brasileiras do século 21.

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O papel da mulher no comportamento de consumo dos brasileiros

por: Daiane Catuzzo

“Entender o seu cliente é fundamental para qualquer empresa nos dias de hoje”. Esse é o tipo de sugestão que você pode encontrar em qualquer site de economia e negócios atualmente. No entanto, entender as nuances e particularidades do seu público-alvo é o que realmente pode fazer a diferença para sua empresa sair na frente em uma época em que o consumidor está mais exigente, e as marcas disputam espaços na mente de consumidor de forma acirrada. Nesse contexto, a mulher merece uma avaliação à parte.

De acordo com pesquisa realizada pela agência de publicidade J. Walter Tompson em 2016, a mulher é responsável por 61% das decisões de compra dos lares brasileiros – e em apenas 3% dos lares os homens decidem sozinhos. Portanto, entender o comportamento da mulher no momento de consumo é muito importante para qualquer marca, como reforçam Popcorn e Marigold (2000, p.31): “as mulheres não compram marcas, aderem a elas”. Características típicas do universo feminino reforçam esse comportamento, afinal, desde a infância as mulheres desenvolvem talentos mais sociais, enquanto os homens são estimulados à competitividade.

Em 2016, a empresa de pesquisas Nielsen também realizou um levantamento para entender o comportamento de consumo da mulher brasileira, focando em três grupos de produtos: bebidas, mercearia (consumo rápido) e artigos de beleza. O estudo identificou três grupos distintos de mulheres:

– As despojadas: representam 16,7% da população e gastam acima da média com produtos alcoólicos, além de consumir itens mais caros – o que indicou um grande potencial para a venda de bebidas premium;

– As práticas: são 56,4% da população feminina e gastam mais com produtos de consumo rápido, encontrados em mercearias. Compram mais no meio da semana e no item chocolates compram mais do que os homens;

– As vaidosas: representam 36,4% das mulheres e gastam 48% acima da média com cuidados pessoais, além de terem uma frequência maior de compra, cerca de 17% acima das demais. Elas têm aderência a promoções que apresentem uma vantagem clara para elas, como combos de produtos.

Além de olharmos para esses dados e definirmos estratégias para a venda de produtos, focados no consumo pessoal ou da família, não podemos esquecer que elas também passaram a ter um papel fundamental nas compras B2B (de empresa para empresa). Pare para pensar: quantas empresas você visitou nos últimos meses e a decisão de compra foi feita por elas? Eu tenho visto isso cada vez mais, algo que me leva a entender que o processo de compra e venda B2B está passando por transformações, mesmo que o mundo corporativo ainda apresente um peso masculino maior nas decisões de compra.

O que muda no contexto de mercado a partir da análise de dados como os mencionados acima? Um bom insight que podemos tirar é que a mulher usa mais sentidos e vê um quadro mais amplo para tomar decisões de compra, assim como consegue transferir informações de um hemisfério para o outro do cérebro mais rapidamente, compilando informações e consequentemente tomando a decisão de forma mais ágil. Ela também se relaciona mais com as emoções – isso significa que imagens ou situações conectadas com suas emoções auxiliam na tomada de decisão. Cada vez mais, é crucial compreender o que leva os consumidores a tomarem decisões e adaptá-las para o seu negócio. Parece tarefa fácil, mas sabemos que não é. Conectar-se com ele e estar cada vez mais perto é uma das formas mais eficientes de compreender quem é, de verdade, o seu cliente.

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Passarela de Negócios – Liderança e Felicidade para o sucesso dos negócios

Embora muitas pessoas não acreditem, todos podemos ser líderes. Pois a liderança não vem pronta, não é uma qualidade nata, ela é construída ao longo do tempo. Liderar é mais do que ter pessoas sob o comando. É ajudá-las a preencher suas necessidades e desenvolver suas qualidades para que possam crescer e alcançar maiores patamares. É uma jornada evolutiva, baseada na mudança, na transformação e na capacidade de lidar com o imprevisível.

Gestores e líderes felizes possuem maior chance de ter grandes conquistas em suas empresas. As pessoas que possuem este estilo de gestão são capazes de estimular, motivar, inspirar e transformar profissionais em equipes extraordinárias.

A felicidade é um mistério. Todos já a experimentamos; todos, também, já sentimos sua falta em algum momento da vida. Quando tentamos defini-la, contudo, nos vemos diante de um enigma. O que, afinal, representa esse sentimento? Entender a felicidade, no entanto, não é uma tarefa inócua. Quanto mais reconhecemos sua verdadeira essência, mais chances temos de nos aproximarmos dela. Quando aprendemos o que nos afasta da felicidade legítima, nos tornamos mais propensos a encontrá-la.

A próxima edição do Passarela de Negócios, do dia 13 de Novembro de 2018, contará com os convidados Rogério Gava que é palestrante e escritor, autor dos livros: Felicidade e Empresas Proativas: como antecipar mudanças no mercado. E a gestora da Sucessor RH Tais de Medeiros. Com a proposta de refletir a cerca do papel de liderança e o entendimento da felicidade na construção de uma gestão pautada no comportamento, pensamentos e a forma como lidamos com as incertezas.

Neste dia, você também terá a possibilidade de conhecer outras empreendedoras e modelos de negócios, através de uma “rodada de negócios”. Esta é uma oportunidade única de fomentar parcerias estratégicas para as suas empresas.

Junte-se a esta rede que já conectou mais de 1.000 mulheres de negócios em 8 cidades Brasileiras e Lima no Peru em seus mais de 2 anos de atuação fomentando o empreendedorismo feminino. Conhecimento + Experiências = Business.

PROGRAMAÇÃO 18h15 – Credenciamento 18h30 – Rodada de Negócios 19h40 – Liderança e Felicidade para o sucesso dos negócios com Rogério Gava e Taís de Medeiros 21h – Reflexões em grupo e plano de ação para implantar no seu negócio 21h30 – Encerramento

Local: Dulce Amore Confeitaria (Rua Dr. Montaury, 2090 – Sala 09 – Exposição, Caxias do Sul – RS, 95020-190)

Ingressos a venda pelo link: http://bit.ly/felice_pass ou (54) 99980 1922 / felipe@aliarintegracao.com

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Mulheres & Carreira: O que a sua imagem comunica?

Por Sirlene Dalzotto – O que a sua imagem comunica? Você compartilha o seu conhecimento para inspirar e criar conexões?

Não tenho dúvida de que a credibilidade é a base para qualquer evolução na Vida e na carreira, o que pressupõe consistência e constância nos princípios que você definiu, os quais possibilitam um contexto que transmite uma marca pessoal forte!

Em que pese a marca pessoal, esta coloca alguns desafios únicos para as profissionais do sexo feminino. Não somente as pesquisas, mas principalmente a vivência corporativa, e aqui faço referência também a minha experiência, mostram repetidamente que as mulheres estão sujeitas a um fenômeno conhecido como “enigma da simpatia”, seguindo as normas de gênero que presumem uma postura mais “afetiva..” e qualquer desvio nesse sentido, em decisões mais incisivas , a conotação invariavelmente é de um comportamento fora de padrão, sendo muitas vezes criticadas e rotuladas como sendo excessivamente “agressivas”.

O branding pessoal é um incômodo para muitos profissionais – ninguém quer parecer um auto-promotor inseguro. E com o enigma de simpatia, construir relações significativas e uma forte reputação no trabalho é ainda mais desafiador para as mulheres.

Contudo, sem controlar nossa própria narrativa e mostrar ao mundo nossa possível contribuição, a probabilidade de ser notada é muito pequena. Algumas estratégias, descritas por (Dorie Clark-autora de “Entrepreneurial You”, “Reinventing You”*conteúdo Harvard Businesses Review )aumentam as chances de que nossos verdadeiros talentos sejam conhecidos, reconhecidos e apreciados para que possamos desenvolver uma marca pessoal significativa . Resumidamente são eles:

Faça networking dentro e fora da empresa: Muitos profissionais exageram no “capital de ligação” – para usar um termo popularizado pelo sociólogo Robert Putnam e investem pouco no “capital ponte”. Em outras palavras, eles têm muitas conexões parecidas com eles (trabalham na mesma empresa ou no mesmo setor) e muito poucas que sejam diferentes;

Controle sua narrativa: Ajude os outros a conhecer sua verdadeira trajetória desenvolvendo um argumento claro e conciso que explique como suas habilidades anteriores se conectam e agregam valor ao que você faz agora. Torne essa conexão explícita, em vez de esperar que os outros descubram por conta própria;

Compartilhe suas idéias publicamente : A criação de conteúdo é uma boa maneira de compartilhar suas ideias e construir uma ampla reputação positiva. Em qualquer organização há maneiras de demonstrar seu conhecimento e ajudar os outros.Por exemplo, olha que legal isso? Você pode oferecer um almoço-aula sobre um tópico que você está pesquisando, escrever para o boletim informativo da empresa, oferecer conselhos ou responder a consultas na intranet corporativa. Muitos profissionais ignoram essas oportunidades, assumindo que são distrações do “trabalho real” ou afirmando que ninguém presta atenção nelas. Mesmo que essas oportunidades não sejam populares entre seus colegas, quem está no topo quase sempre presta atenção, pois veem esses canais como veículos importantes para transferir conhecimento e compartilhar as melhores práticas.

Aprender e ensinar , é uma dinâmica que sempre agrega e potencializa resultados individuais e coletivos!

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Conecte-se com seu cliente e venda mais

Edição contará com a participação especial de experts convidados,  além de uma rodada de negócios. Junte-se a essa rede de negócios que já conectou mais de 1000 mulheres.

As relações ente empresas e clientes vêm passando por diversas transformações, e uma das principais reflexões atualmente é como a tecnologia está influenciando esse relacionamento. É importante ressaltar, porém, que a tecnologia é um meio e não o fim. Por isso, é fundamental compreender nosso cliente e identificar a melhor forma de relacionar-se com ele.

Na atual economia, prover excelentes serviços aos clientes pode ser uma diferença crítica no sucesso de uma empresa. Do off-line ao on-line, entender a melhor forma de comunicar-se com seu cliente para oferecer seu produto ou serviço, é  a chave que possibilita ampliar seus negócios. E para seu modelo de negócio qual a melhor forma de vender suas ideias?

A proposta da próxima edição do Passarela de Negócios, do dia 11 de Setembro de 2018, é de fazer uma conexão entre os métodos comerciais tradicionais, o uso da tecnologia e de novas estruturas para futuro dos negócios.

Neste dia, você  também terá a possibilidade de conhecer outras empreendedoras e modelos de negócios, através de uma “rodada de negócios”. Esta é uma oportunidade única de fomentar parcerias estratégicas para as suas empresas.

Logo após a rodada de negócios, inicia-se um “painel empresarial”, com os convidados: Marco Mazui – Diretor em Comércio Eletrônico – ECOM360 que abordará sobre como o e-commerce pode alavancar o seu negócio e os desafios de acessar este mercado que movimenta bilhões de reais.   E Fabiane Hoff – Diretora – H. Maria Joias contemporâneas que busca  expandir seu negócio através de rede de relacionamento, e utiliza consultoras para que possam ter mais proximidade com seu público consumidor.

Ao final do Painel as empreendedoras irão desenvolver “ideias coletivas”, através da troca de experiências. Utilizando a metodologia do Passarela de Negócios, onde é possível conhecer, refletir e gerar ideias para seu negócio sobre o tema abordado, e por fim através de um processo guiado, compartilhar com outras empreendedoras dos mais diversos setores da economia, os insights que surgiram durante o encontro e transformá-los em ações para serem aplicadas nas empresas e divididas com funcionário e outros parceiros, esta é uma resposta a questão de: “Como colocar em prática tudo o que eu aprendi hoje?”.

Junte-se a esta rede que já conectou mais de 1.000 mulheres de negócios em 8 cidades Brasileiras e Lima no Peru em seus mais de 2 anos de atuação fomentando o empreendedorismo feminino. Conhecimento + Experiências = Business.

PROGRAMAÇÃO

18h15 – Credenciamento 18h30 – Rodada de Negócios 19h40 – Conecte-se com seu cliente e venda mais com Marco Mazui – Diretor em Comércio Eletrônico – ECOM360 e Fabiane Hoff – Diretora – H. Maria Joias contemporâneas

21h – Reflexões em grupo e plano de ação para implantar no seu negócio 21h30 – Encerramento

Local: Dulce Amore Confeitaria (Rua Dr. Montaury, 2090 – Sala 09 – Exposição, Caxias do Sul – RS, 95020-190)

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Inovação para gerar resultados exponenciais

No dia 12 de Julho de 2018 ocorreu mais uma edição do Passarela de Negócios com a temática inovação e a nova economia: o que você precisa saber para aplicar na sua empresa.

As participantes tiveram a possibilidade de conhecer outras empreendedoras e modelos de negócios através de uma “rodada de negócios”. Uma oportunidade única de fomentar parcerias estratégicas para as suas empresas.

A edição contou com a participação especial das experts convidadas do setor, Cristiana Ferronatto, que atua a mais de 20 anos em parcerias de negócios, marketing de relacionamento, mudança organizacional e é Business Partner da Startse, e Rochelle Silveira co-founder e responsável por conduzir toda a área de produto e tecnologia da Bela Pagamentos.

Cristiana trouxe exemplos de negócios, que através de seus modelos disruptivos, estão impactando diversos produtos e a maneira de consumir serviços, além de dicas de como as empreendedoras podem gerar ações que tragam a inovação para o cotidiano de suas empresas.

Rochele compartilhou que ao longo da trajetória da fintech Bela Pagamentos, desde 2009, já foram impactamos mais de 800 empresas e cerca de 1,3 milhões de pessoas. A apresentação do case permitiu que as participantes compreendessem como a inovação pode ser colocada em prática, e como os seus modelos de negócios podem utilizar a inovação para gerar resultados exponenciais.

Compartilhamos com vocês alguns insights trazidos pelas nossas convidadas durante a noite:

  • Mudar o mindset é crucial:  o mundo dos negócios mudou e precisamos nos adaptar à nova realidade, não podemos agir como no passado, o futuro é de abundância;
  • Tecnologia e pessoas: a tecnologia veio para ficar e isso não irá mudar, mas quem dita o ritmo são as pessoas, as relações humanas são fundamentais e terão cada vez mais papel crucial no ambiente de negócios;
  • Conhecimento: Há autores que dizem que o conhecimento é o novo petróleo, não tenho dúvida disso, pois é através dele que chegamos a outro patamar e conseguimos mudar nosso mindset. 
  • Conectar-se: quando falamos em estar conectado logo vem à mente redes sociais, mas elas são ferramentas, precisamos nos conectar de verdade com as pessoas, conversar, trocar ideias, tomar cafés, buscar pessoas que pensam diferente, compartilhar nossos sonhos e projetos.

A diretora da Aliar Daiane Catuzzo aproveitou o momento para convidar as participantes para as próximas edições do Passarela de Negócios que ocorrerão nos dias 11 de Setembro com o tema: “Conecte-se com seu cliente e venda mais” e 13 de Novembro onde será abordado o tema: “Liderança e felicidade para o sucesso dos negócios”.

Esta edição do Passarela de Negócios contou com a parceria de diversas marcas que contribuíram para o sucesso do mesmo: Laboratório Cesar Costa, H.Maria Jóias Contemporâneas, Conception Centro de Reprodução Humana, Orquidea, TOTVS, Sucessor RH, Unimed Seguros, Dulce Amore Cafeteria, Sala Viva, Startse e Bela.

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Tendências, tendências e mais tendências para 2018! Mas o que fazer com elas?

Por : Cristiana Ferronatto (empreendedora convidada para ao Passarela de Negócios -13/6/2018) informações: http://bit.ly/passarela_inovacao

A cada final e início de ano, recebemos diversas mensagens, newsletters e post sobre tendências para o próximo ano. Uma prática que há décadas o mercado da moda adota, para mostrar para o público o que vestir na próxima estação, e que, de alguns anos para cá, vem sendo adotado para o mundo dos negócios.

E a cada ano que passa, recebemos mais relatórios com tendências comportamentais, econômicas e tecnológicas de extrema qualidade e produzidos por empresas renomadas mundialmente. É o caso da McKinsey, PWC, Bain Counsulting, CBS Insigth e outras empresas especializadas em tendências comportamentais como Instituto de Estudos Futuros de Copenhaguen , Trendwatching, WGSN, The Sprout Studio … só para citar alguns.

A maioria destas tendências falam sobre tecnologias disruptivas e o impacto que essas podem trazer para as nas nossas vidas; comportamento dos consumidores, tendências sociais e comportamentais; tendências econômicas e políticas.

Recebemos todos os anos um monte de informação de alta qualidade e a reflexão que deve ser feita é: o que fazer com tudo isto? Não podemos fechar os olhos para o que esta acontecendo ao nosso redor. As mudanças estão acontecendo cada vez mais rápido e com impactos mais profundos na sociedade e nas empresas. Mas o que fazer com tanta informação e como usá-la?

Aprendi num Webninar da Singularity University, com Brett Schilke, como podemos, com alguns passos, nos posicionar como profissionais e empresas neste novo momento. Apesar do Webinar se tratar de novas metodologias de educação, acredito que caiba muito bem para quem quer ir além da leitura e se questionar como colocar em prática as tendências, sejam elas para 2018, para 2020 ou 2025.

O primeiro passo é o propósito. Qual o seu propósito? Qual o propósito da sua empresa? Este deve ser o balizador de qualquer ação a ser tomada. Mas caso não se tenha definido claramente o propósito, pode-se pensar quais os objetivos a serem alcançados este ano. E aqui não me refiro aos números, mas como alcançar os números desejados. Ou ainda, faça uma análise dos três principais problemas que se tem e como resolvê-los poderia elevar de patamar da empresa.

O segundo passo é entender a sua relevância no mercado que está atuando. Tenha sempre em mente: o que eu faço é bom para quem? E por quê? É importante você compreender que valor você gera e para quem. O que está alinhado com o seu propósito e que irá gerar valor para seus clientes? Ou ao contrário, por que não gera valor para quem você gostaria de gerar. 

O terceiro passo é mapear. Ler, analisar e entender. De todas as tendências apresentadas quais estão alinhadas com o seu propósito e com a sua relevância de mercado. Quais tendências podem te ajudar a gerar mais valor para seus clientes. Quais vão te ajudar a atingir seus objetivos ou a resolver os problemas que te impedem de subir de patamar.

E o quarto passo é a busca pelo conhecimento. Por que as tendências servirão para você entender o cenário, mas para aplicar ao seu negócio será necessário entender mais a fundo o tema e estudar como aplica-la na sua empresa é essencial.

Depois disto é hora de colocar em prática.

Bryan Walker da Ideou e Eric Ries falam a mesma coisa: Think big, Start small! Pense grande e comece pequeno. Pense em atingir objetivos grandes, porém, comece com protótipos ou MVPs de cada ação que surgir da análise das tendências. Teste antes com alguns clientes e depois de validado faça acontecer o que você planejou. E muito importante, escolha pessoas com o mesmo propósito que o seu e o da empresa, para que as tendências deixem de ser apenas leituras para que virem uma nova forma de gerar mais valor para seu cliente.

*Cristiana Ferronato: Business Partner da Startse aceleradora de startups. 20 anos atuando em parcerias de negócios, marketing de relacionamento e mudança organizacional. Esteve no Vale do Silício em uma imersão onde aprendeu sobre inovação, disrupção e novas tecnologias.

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EMPODERAMENTO – uma contribuição para maior autonomia do coachee

Por: Simone Kramer (consultora e professora do Integramente da Aliar)

Para Paulo Freire empoderamento é: “A capacidade de o indivíduo realizar por si mesmo, as mudanças necessárias para evoluir e se fortalecer”. 

O educador foi um dos primeiros brasileiros a traduzir o termo “empowerment”.

Nestes quase dez anos em que temos atuado como Coach Executivo e Empresarial (CoEE) pudemos perceber que na maioria dos profissionais que se tornaram Coachees (o cliente do Coach) que poucos parecem ter consciência plena das características ou competências que contribuíram para que chegassem até onde se encontravam naquele momento e quando reconheciam alguns não a identificavam como diferencial para que tenham obtido os resultados até ali alcançados. Nossa intenção neste artigo é compartilhar algumas vivências e fazer algumas reflexões sobre algumas possibilidades para que isto ocorra e a importância no empoderamento e consequente autonomia do nosso cliente.

No papel de Coach e ao começar atender um novo Coachee solicitamos, em grande parte dos casos, nos focamos em conhecer um pouco mais sobre este profissional sugerindo que nos conte sua trajetória e as escolhas que vem fazendo até este momento. Além de contribuir no estabelecimento de uma relação de confiança auxilia também no entendimento dos caminhos que vem realizando. 

Durante estes relatos começamos a levantar hipóteses das características e competências que vão surgindo nesta construção ainda que neste momento não as compartilhemos com o mesmo. Na continuidade convidamos a fazer reflexões que possibilitem estabelecer conexões entre as atividades exercidas aos comportamentos e competências que vão se estabelecendo. Abordagem que tem tido eficácia, pois diante deste exercício vão se dando conta das características que têm apresentando e passam a reconhecer o seu valor e com isto vão se apropriando do que lhes “pertence”, ou seja, a capacidade de construir uma carreira. Ao mesmo tempo percebemos que ao se tornarem consciente de seus atributos ficam perplexos, o que de alguma forma corrobora que até o momento isto não era de seu conhecimento. 

Vamos relatar alguns diálogos de casos atendidos onde pretendemos demonstram o que vimos abordando como por exemplo no caso de Jéssica (*), profissional que teve experiência por alguns anos na gestão de pessoas, em países do Oriente, com culturas adversas e onde teve reconhecimento por sua contribuição e ao retornar não se sente em condições de pleitear uma oportunidade de estágio em RH. Quando lhe sugiro que identifique que características estavam presentes nas atividades que realizou profissionalmente, nas suas tarefas, na condução de pessoas, Jéssica aceita e no outro encontro diz: – Eu jamais tinha me dado conta destas características em mim e onde elas estavam presentes nas atividades que eu exercia! Sinto que preciso pensar mais sobre isto pois me auxilia que me sinta mais preparada para uma entrevista de trabalho. Recorro também ao caso que aqui chamarei de Wanda (*). Ainda no primeiro encontro, quando relatava sua trajetória profissional citou que ingressou na empresa como recepcionista e que era agora, dez anos depois uma Diretora. 

Não tendo percebido nenhum entusiasmo, orgulho ou reconhecimento pela sua conquista perguntamos: “Tu vez algum valor nesta conquista?” e responde: – Não. Pergunto: – Estas dizendo que entraste como recepcionista e dez anos depois és uma diretora de destaque (comentou também que quando uma unidade de negócio estava com dificuldades pediam a ela para assumir e “colocar a casa em ordem”) e que isto não tem valor? Wanda perplexa me responde: – Sabe que nunca tinha me dado conta disto? Sua motivação para o Processo era fazer uma transição de empresa. Durante os encontros foi preferindo desenvolver algumas competências na gestão de pessoas e ao final disse que não sairia por hora. Um ano depois retorna e diz: – Agora quero sair e faz seu movimento profissional com tranquilidade. 

Em outro caso temos João (*), com 20 e poucos anos e que nunca tinha trabalhado. Veio com o objetivo de iniciar uma vida profissional. Com ensino médio completo não sabia o que queria e disse: – Eu não sei o que quero fazer mas não quero cursar nenhuma faculdade será que consigo ser algo? Como já tinha trazido o fato de seu pai ser um profissional de muito sucesso e empenho, perguntamos: – Quem disse que para ter uma carreira precisa ter nível superior? E responde: -Ninguém. 

Junto com a resposta percebo uma expressão de alívio e complementamos: – Acreditas que tenha algo que não possas fazer para te qualificar? Responde: – Acredito que não. Passamos a perceber que João vai se dando conta de que suas possibilidades dependem de suas escolhas e da posterior atitude. Na sequência seu processo se focou em levantar possibilidades e avaliá-las e concluiu o Coaching tendo ingressado como um analista administrativo em uma Clínica, tendo que lidar com gestão de alguns funcionários e com isto enfrentando seu perfil mais reservado. Há dois meses João (*) volta e conta estar casado, formado no nível superior e com aspirações de uma carreira política. Hoje está no cargo de gestão e fala que contratou pessoas para que se dedique mais ao estratégico. Além das realizações alcançadas percebe-se em João uma postura mais segura, uma fala mais assertiva. Maior empoderamento. 

Embora tenhamos compartilhado três casos, reflexões como estas e perplexidade diante da tomada de consciência por parte do Coachee acerca de suas caracterpísticas comportamentais são observados em um grande número de clientes o que nos faz refletir: Porque estamos sempre mais focados em olhar o que nos “falta”? Porque se apresenta tanta dificuldade de nos apropriarmos de nossas virtudes? Temos ideia de que a resposta seja bem mais complexa do que aqui abordamos, mas nos faz imaginar e observar que talvez pouco sejamos orientado e estimulados a reconhecer em nós nossas capacitações. As empresas constantemente tem investido no desenvolvimento dos líderes para que, dentre outras habilidades, estejam melhor habilitados a dar e receber feedback e assim se torne uma prática comum. Ainda que não o seja.

De outro lado temos o ambiente e os aspectos culturais onde dizemos ou ouvimos: “…não fazes mais do que tua obrigação”; “A única coisa que fazes é estudar!”, “Ganha teu salário para fazer o que fazes e bem feito!” e assim por diante. A cultura pela qual estamos permeados é a do reconhecimento? O pouco que a literatura aborda sobre o tema do empoderamento, seja no Coaching ou na Pedagogia encontramos citações sobre a obra de Paulo Freire e vamos utilizá-la pois sua abordagem vem ao encontro do que acreditamos como objetivo do Processo de CoEE: a autonomia. 

Empoderamento implica conquista, avanço e superação por parte daquele que se empodera (sujeito ativo do processo), e não uma simples doação ou transferência por benevolência,como denota o termo inglês empowerment, que transforma o sujeito em objeto passivo “(SCHIAVO e MOREIRA, 2005)”. Pode-se dizer que Paulo Freire criou um significado especial para a palavra Empoderamento no contexto da filosofia e da educação/desenvolvimento, não sendo um movimento que ocorre de fora para dentro, como o Empowerment , mas sim de dentro para fora pela conquista e autoconhecimento. Pelo reconhecimento em si próprio das capacitações para enfrentar o externo. Cabe ao Coach oportunizar questionamentos que levem o Coachee a se apropriar de suas características de maneira a se fortalecer, desenvolver e aprender – isto é um dos objetivos do Coaching.

Não nos parece difícil concluir que na nossa experiência se constata o quanto o Processo de Coaching pode contribuir na melhor estruturação e na melhoria da autoconfiança através do reconhecimento das habilidades presentes em nossos clientes, mas também verificamos que ações para o desenvolvimento das lideranças nas organizações podem colaborar e dar sustentabilidade para que estas “descobertas” possam contribuir para termos profissionais mais maduros, conscientes e satisfeitos.

BIBLIOGRAFIA FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. SCHIAVO, Marcio R. e MOREIRA, Eliesio N.Glossário Social. Rio de Janeiro:Comunicarte, 2005.

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Será que sou uma mulher de negócios?

Por: Daiane Catuzzo

O tema mulher de negócios anda em voga e muitas ações surgiram nos últimos 02 anos, um movimento que vem ganhando forças e ao mesmo tempo trazendo algumas reflexões. Há quem diga que a mulher já ocupa seu espaço e que estas ações não são necessárias, outros, já defendem com unhas e dentes a existência das mesmas e chegam a ser até radicais com relação ao sexo oposto.

Tenho estudado o tema há alguns anos, e buscando entender um pouco mais deste cenário e principalmente o comportamento da mulher no ambiente de negócios.

Recentemente encaminhei a divulgação de uma pesquisa que estou realizando para entender o comportamento de consumo da mulher de negócios e fui surpreendida pela pergunta: “mas eu sou uma mulher de negócios? Tenho receio de responder a tua pesquisa e distorcer o resultado.” Como normalmente faço, sai digitando, claro que você é uma mulher de negócios,  tem uma atuação ativa na empresa onde trabalha, porque não seria? Mesmo assim, percebi que a dúvida continuava. Então, comecei a refletir: A final o que é uma mulher de negócios? Compartilho algumas conclusões:

  • Uma mulher de negócios é desde uma empreendedora, empresária, executiva, gestora, analista, profissionais liberais e tantas outras ocupações, que são relevantes para a economia;
  • Uma mulher de negócios atua tanto no setores público ou  no privado relacionados a todos os setores econômicos: Agronegócios, Indústria, Comércio e Serviços;
  • Uma mulher de negócios possui muitas características, mas sem dúvidas, as do empreendedor são seu ponto forte. Segundo a ONU essas características são:
  • A busca de oportunidades e iniciativa;
  • A persistência, correr riscos calculados;
  • Exigência de qualidade e eficiência;
  • Comprometimento;
  • Busca de informações;
  • Estabelecimento de metas;
  • Planejamento e monitoramento sistemático;
  • Persuasão e rede de contatos;
  • Independência e autoconfiança.

E você, já parou para pensar quais são suas características empreendedoras mais desenvolvidas? Quais as que precisa aprimorar?

A final como fala Charles Swindoll “A vida é 10% do que acontece comigo e 90% de como eu reajo a isso”.

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Como conseguir crédito de uma maneira inteligente com o seu Banco

Por Sirlene Dal Zotto

Ao longo da minha carreira no mercado financeiro, atuando como Gerente no segmento de Pessoa Jurídica, analisando diariamente empresas dos setores mais diversos, é notório que a principal preocupação dos empresários é a sua relação com bancos.

Destaco como um dos principais motivos, o foco que o empreendedor concentra nos desafios diários dentre eles a comercialização de seus produtos, desenvolvimento de mercados, acompanhamento das métricas de produção e gestão da equipe, investindo um tempo escasso no relacionamento bancário.

Para aprovar crédito, bancos inevitavelmente precisam saber como a empresa irá gerar caixa no futuro, não há informação mais importante. E nesse aspecto a percepção do banco é implacável para perceber se a empresa tem bons controles e o devido planejamento financeiro.

Para uma eficiência constante e aperfeiçoamento, é preciso monitorar o relacionamento bancário, através de uma ferramenta simples, desenvolvendo uma planilha, a qual deverá se atualizada com o objetivo de avaliar a necessidade de ações e/ou redirecionamento, mapeando:

– Bancos de relacionamento;

– Volume de linhas aprovadas;

– Prazos e garantias exigidas por cada uma dessas linhas;

– Spread e tarifas pagas

Explique a estratégia do seu negócio, os riscos (não existe negócio sem risco) demonstre claramente que você domina o seu negócio, que as variáveis econômicas impactam as suas decisões empresarias e principalmente que você tem a capacidade de fazer a gestão no ambiente econômico a que está exposto. Isso se chama autoconhecimento da empresa e gestão profissionalizada.

 Disponibilizar as informações para o banco é de sua responsabilidade e interesse, não pressuponha que o seu gerente através de uma visita e análise dos seus números, balanços, irá entender perfeitamente o seu negócio, e aqui temos um aspecto importante a considerar: o seu gerente comercial é o seu maior aliado dentro do banco, porém, funciona exatamente igual aos seus gerentes comerciais, “sempre optará por vender seus serviços pelo preço mais alto”, inerente ao cumprimento de suas metas, por isso explore a negociação.

No âmbito de explorar a negociação, fundamental destacar a importância  de  um discurso alinhado , utilize-se de uma abordagem positiva , evite passar uma percepção de desespero, descontrole , alto risco , pois o banco nessas condições recua e passa a dificultar , tendo em vista que após muita leitura, análise e conversa, o analista e seus colegas de comitê construirão mentalmente a percepção da qualidade do crédito a ser aprovado (ou não) e em quais condições.

  A abordagem mais assertiva é iniciar a negociação explanando que você tem uma oportunidade de negócios para o banco e uma situação favorável para que o gerente cumpra suas metas. A proximidade entre o banco e o cliente é fundamental para gerar o devido grau de confiança, bem como, a transparência na transmissão das informações.

Outro ponto importante é planejar corretamente o momento de tomar recursos, ter autoconhecimento das suas finanças, prever desembolsos com fornecedores, no varejo ou indústria que vende para o varejo, onde em datas específicas há maior necessidade de compra de matéria-prima, contratação de mão de obra, situações que demandam capital de giro.  É recomendado um prazo de no mínimo 060 dias para a elaboração das informações relevantes. Aqui vale a dica, estamos próximos a uma data importante (Natal).

Seja proativa, Procure ter o máximo de linhas de crédito aprovadas com o maior número de bancos possíveis, essa é a melhor forma de barganhar melhores preços. Não subestime a abordagem da concorrência, ainda que você esteja totalmente satisfeito com o seu banco. A concorrência quando quer entrar no seu negócio está disposta a fazer concessões significativas, e nestas condições você faz vantajosas contratações.

Por fim, destaco a importância do crédito, o qual sim é um processo longo e oneroso, mas evitável em qualquer economia, portanto, ser percebido pelo banco como um risco seguro, de qualidade, trará como consequência direta, aumentar o poder de negociação, linhas de crédito adequadas e juros mais baixos. Vale ressaltar também que, em situações de crise, não ter redução de linhas, encarecimento ou solicitação de mais garantias é um indicador de sucesso na estratégia de relacionamento bancário.

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Que venha 2018

Por: Daiane Catuzzo

Todo final de ano é sempre a mesma coisa, as pessoas enlouquecidas comprando seus presentes de Natal, querendo resolver todas as suas pendências para que a noite mágica do dia 31, traga consigo um novo ano, novas esperanças, novos desafios e novas batalhas.

Ao término de 2017 este sentimento é o mesmo, mas ouso dizer que até um pouco mais  aflorado, já que tivemos um ano difícil, com muitas notícias  ruins que mexeram com a estrutura do país. Mas sempre acreditei que a  força de um país esta em seu povo, na forma como as pessoas encaram os desafios, só assim conseguiremos reverter esta situação.

Agora é o momento de reflexão, você já parou para fazer a sua análise de 2017? Como foi o ano? O que poderia ter feito diferente? Quais os aprendizados?  Fazer esta pausa é importantes para que possamos pensar  melhor o próximo ano.

E para 2018, quais os teus planos? Teus Objetivos? Tuas Metas? Esta é a hora de fazer suas projeções, mas não esqueça  somos seres complexos e temos várias facetas, não deixe de lado  nenhuma, a  vida precisa de equilíbrio e cada um de nós sabe quais os nossos ideias.

Que 2018 seja um ano com muitas batalhas, desafios, aprendizados.  A final “Você deve lutar mais de uma batalha para se tornar um vencedor”.  Margaret Thatcher.

Feliz Natal e que venha 2018!

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9 coisas que mulheres bem-sucedidas nunca fazem

FONTE: Forbes Brasil

LaRae Quy era, quase sempre, a única agente feminina do FBI em seu esquadrão. Ela descobriu – em meio às mais diversas situações e circunstâncias – a ser bem-sucedida. Mas, mais importante do que isso, é que ela também aprendeu o que não fazer se quisesse competir em um ambiente tipicamente masculino.

LaRae conta que entendeu que ser bem-sucedida estava diretamente ligado às escolhas que faz. Com frequência, foi a opção de se jogar em alta velocidade em vez de se apoiar em alguém para ganhar um impulso.Enquanto cada mulher tem sua própria definição de sucesso, veja 9 coisas que profissionais bem-sucedidas nunca fazem:

1. Mulheres bem-sucedidas não ignoram seus medos

Se você quer mudar e seguir adiante, é preciso enfrentar os seus medos de frente. Nunca gaste uma energia valiosa tentando evitá-los. Em vez disso, use determinação mental para lidar com seus pensamentos, emoções e comportamentos de maneiras que irão te preparar para o sucesso nos negócios e na vida.

Reprimir um sentimento negativo apenas o fortalece, abastece os medos e atrasa a evolução. Na verdade, tentar controlar alguma coisa que tememos aumenta a probabilidade de ela acontecer.

2. Mulheres bem-sucedidas nunca fogem do conflito

Pessoas que evitam conflitos assumem que eles sempre são agressivos e desrespeitosos. Isso não é verdade, pois um embate pode surgir camuflado de muitas maneiras.Nós precisamos estar alertas para qualquer comportamento alheio que tenha como objetivo manipular nossas emoções ou pensamentos. Uma vez que reconhecemos o conflito pelo que ele é, nós podemos escolher como responder a ele em vez de reagir com medo ou ignorância.

3. Mulheres bem-sucedidas nunca escutam suas críticas internas

A determinação mental é capaz de controlar os nossos pensamentos e de não deixar que nossa mente nos controle. O ponto crucial é aprender a administrar suas emoções com uma conversa consigo mesmo e a usar palavras corretas e positivas ao controlar seus pensamentos.

4. Mulheres bem-sucedidas nunca esperam circunstâncias perfeitas

Esqueça a ideia de encontrar o emprego perfeito ou melhores condições para avançar. Aprenda a diferenciar a dor de crescer e a dor de sofrer. É fácil dizer que as condições são desfavoráveis, nada vai do jeito que você gostaria e que você está do lado errado. Tudo isso são desculpas.

Utilize o que está a sua disposição para continuar seguindo em frente – pegue uma dica do MacGyver (famoso personagem de uma série norte-americana dos anos 1980 que conseguia resolver qualquer problema) e tire o melhor proveito da situação. A determinação mental está aproximando circunstâncias iminentes com a perspectiva correta – e não esperando um descanso.

5. Mulheres bem-sucedidas nunca olham para seu passado como um erro

Alguns erros do nosso passado podem ser dolorosos, mas, em vez de ficar se lamentando, encare-os como oportunidades de aprender algo que você não sabia até acontecer. Fique perto de amigos e colegas que cometeram erros – você também pode aprender com eles.

O passado não nos define, ele simplesmente nos prepara para nossa jornada em direção ao sucesso e à sabedoria.

6. Mulheres bem-sucedidas nunca perdem a oportunidade de brilhar

LaraRae conta que, muitas vezes, a melhor maneira de alcançar o sucesso é fazer o que os outros estão evitando. Identifique aquelas coisas que as outras pessoas hesitam em assumir. Pode ser algo pequeno e simples – não importa. Seja o que for, faça bem feito e você irá, instantaneamente, se diferenciar dos outros.

Depois, siga adiante, pois você nunca sabe onde pode parar – frequentemente, nós não sabemos que oportunidades irão aparecer até estejamos bem perto delas.

7. Mulheres bem-sucedida nunca falham em manter-se calma

Muitas pessoas criam desculpas para si mesmas ao dizer que a sorte determina se elas são bem-sucedidas ou não. Líderes mentalmente fortes estão no controle de sua própria sorte, pois eles olham o sucesso e os erros como algo que estão sob seu controle. Sorte talvez tenha algum papel nas circunstâncias atuais, mas essas pessoas não desperdiçam energia se preocupando sobre o que pode acontecer.

Controle sua própria sorte ao tirar proveito de oportunidades para melhorar sua vida e sua situação. O resultado será uma chance ou um arrependimento por um caminho não seguido.

8. Mulheres bem-sucedidas nunca falham em suas pesquisas

Quando você está conhecendo seus potenciais investidores, clientes ou consumidores, se certifique que você sabe exatamente do que está falando – saiba onde estão as minas terrestres antes de abrir a boca. Faça sua lição de casa; seja polida, disposta e preparada.

9. Mulheres bem-sucedidas nunca desistem

“Não importa o quão difícil era investigação. “Eu desisto’ foi a única frase que eu nunca ouvi em 24 anos no FBI”, relata LaraRae.

Quando você diz “desisto” ou “não posso”, está sacrificando a posse e o controle sobre sua atitude e comportamento. Isso mostra que você criou seus próprios limites. Quando você diz que desiste, você está mandando uma mensagem sobre seu medo de falhar e a ausência de coragem em testar seus limites.

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Mulher Maravilha seus propósitos e o ambiente de negócios

Por: Daiane Catuzzo

Desde que iniciamos o projeto Passarela de Negócios, sempre tivemos claro que o nosso propósito era levar conhecimento e experiências para as mulheres, assim teriam uma atitude proativa frente ao ambiente empresarial, pois a partir da combinação destes elementos é que os negócios acontecem.

Neste contexto, sabemos que as mulheres possuem capacidades ímpares e peculiares, algumas mais favoráveis ao ambiente de negócios e outras que precisam ser desenvolvidas.

Recentemente assisti o filme: “Mulher Maravilha”, que me fez refletir sobre estes aspectos. Aliás, recomendo a irem aos cinemas e conferir. O filme mostra claro que a união de conhecimentos + experiências + atitude e sua capacidade de contornar as situações, fizeram com que ela conseguisse chegar aos seu objetivo, mesmo com algumas barreiras impostas pelo ambiente, pois estava focada no seu propósito.

Este episódio, me lembrou de uma aula que tive com um professor sobre negociação; ele perguntou para a turma: “qual é a maior dificuldade de uma negociação?” Todos começaram a citar algumas possibilidades como agendas ocultas,  objeções, interesses divergentes, etc.. Quando ele revelou a resposta a turma toda ficou parada pensativa. Adivinhem a resposta??!!! “Sim estas são barreiras, mas a maior é a mulher”. Então explicou que as características que as mulheres possuem, sua sensibilidade, sua capacidade de ver o todo, sua perspicácia em conseguir o que deseja  a torna a mais eficiente negociadora, ouso dizer, que quando a mulher tem seu propósito claro,  ninguém a segura.

Então mulheres, precisamos aproveitar todas estas características que nos trazem vantagens em uma negociação, para uma visão mais ampla do mundo empresarial, ao invés de ficarmos, focadas em criticar ou acharmos que precisamos ser melhores em características que não são as mais fortes do universo feminino. Precisamos valorizar mais a nossa essência, transformando-a em atitude, assim conquistaremos mais oportunidades no ambiente de negócios.

Lembre-se: a vida é feita de escolhas, se você quer se destacar em sua vida profissional terá que abrir mão de algumas coisas. A pergunta que deixo é: “qual é o seu propósito? Quais são as suas escolhas?” Independente de qual for a sua resposta, o mais importante é   assumir o ônus e o bônus, assim conseguirá ser o que você quiser, indiferente do que te disserem. Lute pelo seu propósito!

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Dom Pedro II, o telefone e o networking

Por: Daiane Catuzzo

Hoje a cada 10 eventos, cursos, treinamentos que recebo divulgação, 99,99% deles falam: venha fazer networking! Como se esta fosse a solução para todos os problemas de sua vida. Ora, sabemos que na prática não é tão simples assim e que só o fato de conhecer pessoas não vai resolver todos os seus desafios.

O networking é mais antigo do que pensamos, se lermos algum livro de história do mundo, do Brasil veremos o quão importante ele foi para a história da humanidade. Um exemplo, que muitos desconhecem é a relação muito próxima do Brasil com a invenção do telefone…

Sim o Brasil, mais precisamente Dom Pedro II, teve papel importante na invenção de Graham Bell. Sabe como isso aconteceu? Networking.  Dom Pedro II  em 1876 foi para Boston buscar informações sobre escolas para surdos-mudos, que gostaria de trazer ao Brasil, participou de uma aula de Graham Bell demonstrando seu interesse por ciências e Tecnologias. Em junho do mesmo ano Dom Pedro II fazia parte  da comissão  cientifica da Exposição Centenária, onde sua missão era avaliar os experimentos da mostra,  diante do interesse por todos inventos, o tempo tornou-se curto e corria-se o risco da comissão não conseguir olhar todos os estandes, foi quando Graham Bell reconheceu o Monarca Brasileiro e sabendo de se entusiasmo pela ciência e Tecnologia chamou-lhe a atenção e ambos se encontraram.  Bell então fala “tenho um aparelho elétrico, uma máquina falante que eu gostaria que Vossa Majestade examinasse”.

Um dos outros juízes então avisa  o Imperador  de que não deveria perder tempo “com aquele brinquedo infantil do professor Bell”. O imperador por sua vez, por conhecer o trabalho do professor vai até o estande humilde de Bell e lá o telefone é testado.

Alguns historiadores comentam que se não fosse a curiosidade cientifica de Dom Pedro II o invento do Sr. Bell jamais teria sido conhecido. Eu acrescento mais um elemento a este discurso o networking, se eles não se conhecessem em uma sala de aula, e pudessem ter de alguma forma construído um relacionamento, talvez Dom Pedro II não teria visitado o estande de Bell na mostra cientifica da Filadélfia.

Um dos livros que li sobre networking – que diga-se de passagem muito bom – é o livro “Nunca Almoce Sozinho”, que teve sua primeira edição publicada em 2006, ou seja, mais de 10 anos. O livro ensina como  criar a tua rede para chegar aos resultados que almeja, inclusive a estratégia utilizada pelo pai do autor Keith Ferrazi em conseguir uma bolsa de estudos para o filho na escola particular onde viviam. Qual era seu objetivo? Colocar o filho no mesmo meio das pessoas mais importantes, consequentemente, manter relacionamento com as pessoas mais influentes da sua região. Alias, se   não fizeram a leitura, recomendo!

O fato de trazer este tema não é porque sou contra o modismo do networking, muito pelo contrário, acho fundamental para nossa vida, agora é importante deixar claro ele, por si só não vai resolver nenhum problema de nossa vida, em alguns casos pode até complicar ainda mais.

Aí você se pergunta: Como conhecer pessoas pode complicar mais a minha vida? Agora pense comigo, quantas vezes conhecemos uma pessoa que depois ela não larga mais do nosso pé? Você até tenta, mas a ela não te deixa, te manda mensagem de manhã, meio dia, noite pelo Whatsapp, Facebook,Messenger, e-mail, sinal de fumaça … volto a perguntar networking é sempre bom?

Voltando aos eventos de networking há duas situações muito comuns:

1º A busca desesperada pelo cartão da felicidade: as pessoas ficam tão desesperadas para pegar seu cartão que nem olha em seu olho, não lhe cumprimentam e nem sem quer lhe dizem algo como um simples prazer em conhecer;

2º Metralhadora de Cartões:  como tem pessoas que pensam que sair entregando cartões vai fazer sua rede crescer, ora você vai lembrar da pessoa que simplesmente te deu um oi e disse: “aqui está o meu cartão”. Para mim isso não faz sentido, não vou nem lembrar quem é a pessoa que deixou este cartão e muito menos o que ele faz, pois ela não falou.

Cuidado ao fazer networking, trate-o com sabedoria e estratégia, focado em seus objetivos, com efetividade e principalmente, como um dos bens mais preciosos que pode ter. Isso passa pelo seu cartão de visita, o olhar no olho do interlocutor, a prestatividade, o doar para depois receber. Como diria Jane Howard: “chama-lhe um clã, uma network, uma tribo, uma família: Independente do nome que lhe der, e onde quer que esteja, precisa de um. ”

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Como desenvolver a sua habilidade de liderança

Embora muitas pessoas não acreditem, todos podemos ser líderes. Pois a liderança não vem pronta, não é uma qualidade nata. Ela é construída ao longo do tempo e está muito mais ligada a aproveitar as circunstâncias do que ser refém delas.

Liderar é mais do que ter pessoas sob o comando. É ajudá-las a preencher suas necessidades e desenvolver suas qualidades para que possam crescer e alcançar maiores patamares. É uma jornada evolutiva, baseada na mudança, na transformação e na capacidade de lidar com o imprevisível, indo além do óbvio.

“Um chefe você obedece, um líder você segue, procura e admira.”

Mario Sergio Cortella

Uma boa líder precisa ter algumas habilidades, tais como motivação, interesse, empatia e boa comunicação, e essas qualidades podem ser trabalhadas. Você pode começar hoje mesmo a desenvolver a sua habilidade de liderança com pequenas mudanças de comportamento, como por exemplo:

Mostrar interesse na organização

Caso você esteja em uma organização e pretenda assumir posições de liderança dentro dela, é importante que você demonstre interesse nos assuntos que a rodeiam e esteja sempre por dentro do que acontece na sua empresa. Ser uma boa líder passa por entender como funciona a sua organização, todos os meandros do dia a dia e, principalmente, como o relacionamento entre as diversas áreas impacta no trabalho da sua equipe.

Buscar conhecimento

Essa é uma das atitudes mais importantes para desenvolver a sua habilidade de liderança. Estar em um processo de aprendizado constante mantém a líder atualizada e preparada para lidar com todos os desafios do dia a dia da sua organização, sejam eles relacionados à gestão de tempo, planejamento estratégico ou até mesmo de relacionamentos.

Uma boa líder também serve de exemplo. Ao buscar conhecimento para melhorar suas habilidades, ela instiga sua equipe a fazer o mesmo. Iniciando assim um ciclo de aperfeiçoamento na organização.

Cultive com cuidado as suas relações interpessoais

Prestar atenção à forma como você se relaciona diariamente com as pessoas também pode te ajudar a se aperfeiçoar como líder. Uma boa gestora conhece seus colegas, entende as suas qualidades e seus pontos de melhoria, e utiliza esse conhecimento para direcionar tarefas e motiva-los. Isso cria empatia, confiança e respeito, essenciais em uma equipe, especialmente entre líderes e liderados.

Dê feedbacks

Algo importantíssimo na relação entre líder e liderada é o retorno. Pois mostra o comprometimento da líder com a melhoria pessoal e profissional do subordinado e dos processos, ajudando no processo de criação de empatia. Busque um método de abordagem e aprenda a dar à sua equipe um retorno sobre suas ações, maus e bons comportamentos, hábitos e desempenho profissional. Busque ser o mais justa, objetiva e específica, respeitando a personalidade de cada indivíduo.

Essas são apenas algumas ações que você pode tomar diariamente, até torna-las um hábito e, futuramente, incorporá-las a sua personalidade, o que nos leva à nossa última dica:

Autoconhecimento

Esse é talvez o pontapé inicial para qualquer mudança, seja de cunho pessoal ou profissional. Conhecer a si mesma, seus pontos fortes e fracos, ajuda a identificar as oportunidades de melhoria e autodesenvolvimento. O domínio pleno dessa capacidade conduz à um estágio de conhecimento das suas competências e potencializa sua atuação, principalmente no meio profissional.

Você pode dar o primeiro passo agora mesmo. Fazendo o teste abaixo, você identifica seus pontos fortes e entende os seus pontos fracos a serem desenvolvidos ou eliminados.

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5 atitudes que você pode adotar para ser uma profissional mais resiliente

O significado original de resiliência deriva da física, sendo o termo uma identificação do nível de resistência de um material frente às pressões sofridas, bem como a sua capacidade de retornar ao estado original sem sofrer danos ou rupturas. Na Psicologia, o termo tem um significado parecido, indicando como as pessoas respondem positivamente às frustrações diárias, sejam elas pessoais e profissionais, e a sua capacidade de recuperação emocional.

Diferentemente de outros aspectos psicológicos, a resiliência não é unicamente um traço de caráter ou de personalidade, mas sim um processo de aprendizagens através das vivências e, dessa forma, passível de aprendizado e desenvolvimento. O mundo corporativo cobra a cada dia mais que funcionárias, gestoras, empresárias e empreendedoras desenvolvam características como flexibilidade e adaptabilidade para lidar com as mudanças e exigências das empresas. Dessa forma, desenvolver a resiliência é essencial para ter sucesso dentro e fora das organizações, independentemente da área de atuação.

….. Capacidades como adaptação positiva às mudanças, controle emocional, empatia, sociabilidade e positividade são essenciais para o sucesso e crescimento profissional …..

Embora a importância da resiliência dentro das organizações tenha aumentado nos últimos anos, desenvolver essa característica ainda é um grande desafio. Pensando nisso, preparamos 5 dicas de atitudes que você pode adotar no seu dia a dia para ser uma profissional mais resiliente e iniciar, gradativamente, o seu caminho do sucesso. Vamos lá?

Tome mais decisões

Quando diante de problemas, evite ignorá-los ou deixá-los para depois. O primeiro passo para o desenvolvimento da resiliência é enfrentar os contratempos do dia a dia de forma franca e aberta. Ao enfrentá-los você tem a oportunidade de resolve-los e tirá-los do seu do seu caminho.

Tenha autoconfiança

Outro passo importante para ser uma pessoa mais resiliente, é cultivar uma visão positiva de si mesma. Pois apenas uma pessoa que conhece seus pontos fortes (e está ciente das suas dificuldades) terá a força necessária para enfrentar os desafios que levam ao sucesso, com convicção e tranquilidade.

Busque cursos e programas de especialização na sua área. Agregar conhecimento e novas habilidades ao seu portfólio, lhe trará a confiança necessária para superar todos os desafios do mercado.

Atitude positiva (sempre)

O pensamento otimista torna as pessoas mais felizes e bem-sucedidas. Isso é um fato. Porém, mais importante que pensar, é agir de forma positiva, criar as boas oportunidades e moldar o seu futuro. Quando você para de contar com o fracasso como opção, você fica imune aos seus malefícios e participa ativamente da construção de um futuro mais favorável para seus sonhos e objetivos.

Controle emocional é importante

Assim como a nossa vida pessoal, a carreira profissional é feita de altos e baixos, com inúmeras situações que vão nos levar aos nossos limites psicológicos. Saber identificar essas “situações gatilhos” e tomar ações para se manter centrada nesses momentos é uma arma poderosa para não perder o foco no resultado final e implodir uma carreira de sucesso antes mesmo dela começar.

Pare, respire e busque uma solução para o problema (pois sempre há!). Essa é a atitude que vai lhe trazer os resultados que você deseja.

Não resista às mudanças

Entender que o mundo e as relações estão em constante mudança e não resistir a elas irá tornar a sua jornada mais fácil e menos dolorosa. Busque ver cada mudança como uma oportunidade de crescimento, um convite a fazer diferente, a buscar algo novo. Pois se você fizer sempre as mesmas coisas, das mesmas formas, terá os mesmos resultados.

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5 passos para ser uma profissional mais inovadora agora mesmo

A inovação é muito mais do que apenas uma palavra repetida a exaustação dentro das organizações. Inovar é olhar o mundo com novos olhos todos os dias, quebrar paradigmas, romper com o status, resolver problemas, encontrar soluções diferentes para antigos problemas. É a mente rápida e perspicaz colocada em ação, exercitando várias possibilidades para uma mesma situação.

O mercado busca profissionais inovadoras, pois o seu otimismo e sua busca pela renovação constante mantém as pessoas ao seu redor motivadas e interessadas, criando assim um ambiente produtivo e dinâmico. Ser inovadora não requer grandes mudanças ou exercícios pesados, é algo que está dentro de nós, pronto para ser despertado. De modo a acender essa pequena chama em você, preparamos 5 passos para ser uma profissional mais inovadora agora mesmo.

Confira:

Arrisque

O processo de inovação normalmente traz um pouco de incerteza, pois requer abandonar a zona de conforto e assumir riscos. Mas assumir esse desafio é essencial se você quer ser reconhecida como uma profissional moderna e interessante.  Assim, teste novos projetos até encontrar aquele que você considera realmente novo e digno de interesse, e não se preocupe com os contratempos no caminho, eles são necessários para lapidar as suas ideias e servem como aprendizado, facilitando as suas caminhadas e inovações futuras.

Busque conhecimento

É impossível inovar sem conhecer a fundo o cenário em que se vive. Inovações decorrem de pontos de melhoria, e para identificar essas oportunidades de maneira eficaz é preciso conhecer a sua área de atuação e principalmente a sua organização.

Portanto busque conhecimento, participe de eventos de capacitação, inscreva-se em cursos específicos ou especialize-se em alguma tendência, isso vai trazer mais confiança e embasamento nas suas ações e abrir a sua mente para novas possibilidades, fazendo com que você seja uma profissional muito mais inovadora.

Tenha boas referências

“Se quiser ser como uma águia, então voe com as águias”

Essa metáfora exemplifica a importância de se espelhar nas pessoas certas.  Ter boas referências é essencial para que possamos ter um modelo de conduta para traçar nossas metas e objetivos, pois se determinada profissional chegou àquela solução, você também pode!

Pergunte-se como aquela pessoa consegue achar soluções tão interessantes? Qual é o seu diferencial? O que ela estudou para atingir esse nível de inovação? Quais técnicas ela usa? Essa é a maneira correta de se espelhar em alguém, analisar o seu caminho e identificar os atalhos que você pode utilizar no seu. Ter boas referências ajuda a escolher o caminho mais sabiamente e evitar os erros que outras pessoas cometeram no passado.

Motivação e postura proativa

Uma qualidade importante para pessoas inovadoras é a motivação. Mudanças exigem quebra de paradigmas e normalmente geram desconfiança, nesse cenário é importante não desistir e acreditar sempre nas suas ideias e no seu potencial. Mantendo-se motivado e confiante das suas qualidades, você toma as rédeas da sua carreira e passa a contribuir ativamente para o seu sucesso, indo ao encontro do comportamento que pessoas bem-sucedidas têm em comum: a postura proativa.

Pessoas inovadoras não ficam sentadas esperando uma ideia sensacional cair em seu colo, elas correm atrás da inovação e criam o cenário para que essas ideias surjam e rendam frutos. Não fique preso ao que falta para você realizar seu sonho, identifique o que você pode fazer para que ele aconteça. Pois a sua motivação pode contagiar outras pessoas a seguir você, trazendo-lhe as oportunidades que você tanto espera.  

Relacione-se

Como vimos no tópico anterior, manter-se motivada e proativa atrai pessoas e oportunidades para a sua carreira. Mas não espere que elas venham até você, amplie o seu networking, relacione-se com o maior número de pessoas que puder. Interagir com outros profissionais é uma ótima forma de aprender a pensar de forma diferente e ver por outro ângulo um mesmo cenário.

Ouça o que eles dizem e aprenda tudo o que puder, pois a troca de ideias com profissionais interessantes exercita e oxigena o seu cérebro, e esse é um passo definitivo para a inovação