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Diálogos Aliar: Cristina Terra Silva Dutra – Laboratório Cesar Costa

Nossa entrevistada, Cristina Terra Silva Dutra é Farmacêutica formada pela ULBRA, Pós Graduada em Pesquisa Clínica de Fármacos, e possui especialização em Regulação em Saúde no SUS pelo Instituto de Educação e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês, é diretora Administrativa do Laboratório Cesar Costa, com mais de 40 anos de atuação, o laboratório conta com tecnologia de ponta, destacando-se pela sua qualidade e confiabilidade na prestação de serviços, com atendimento voltado ao bem-estar dos clientes. Atendimento à convênios e particulares.

Em conversa com a Cris (como é carinhosamente conhecida), fizemos algumas perguntas e você confere este bate papo a seguir:

1) Como é a atuação da mulher como gestora de um laboratório de análises clínicas?

É uma atividade desafiadora que requer coragem, força e determinação. Buscar diariamente o cuidado com a empresa através do respeito a clientes, funcionários e fornecedores para o crescimento com sabedoria e compreensão. Finalmente buscando qualidade e excelência em todos os serviços prestados com foco na satisfação do cliente.

2) Qual a tua percepção da atuação da mulher no segmento da saúde?

Em virtude de algumas características das mulheres como, determinação, coragem e solidariedade, acredito que seu papel neste segmento é de fundamental importância. Auxilia na busca pela saúde e na qualidade de vida das pessoas.

3) Quais os principais desafios que você encontra na gestão do Cesar Costa?

Manter a excelência e a qualidade dos serviços prestados dentro da realidade do mercado de Análises Clínicas.

4) Quais dicas você pode dar para as mulheres, que como você, são muito atuantes no mundo empresarial?

Fortalecer cada dia mais nossa atuação diante da sociedade, buscando a igualdade de oportunidades, o respeito e a valorização.

Uma frase que me inspira muito do Roberto Shinyashiki, diz: “Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado.”

A César Costa é uma das empresas patrocinadoras do próximo Passarela de Negócios. E Cristina faz um convite especial para as mulheres: “O Passarela nos oportuniza conhecer outras empresas e formar parcerias incríveis. É uma oportunidade maravilhosa para as mulheres que querem ampliar e de destacar nos seus negócios. Espero vocês lá.”

Inscrições para o Passarela de Negócios- Inovação e nova economia: http://bit.ly/passarela_inovacao

Sobre a César Costa: http://laboratoriocesarcosta.com.br/

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Diálogos Aliar: Jacqueline Gomes – Consultora certificada pelo Disney Institute

1) O mundo empresarial vem se transformando a uma velocidade não vista até agora, qual o papel do atendimento neste contexto?

O atendimento tem papel fundamental nesse cenário, pois uma das principais transformações que observamos é o aumento constante da concorrência, o que acaba por oportunizar o aumento na disponibilidade de produtos, serviços e marcas, o que gera por consequência o aumento na exigência do cliente. Tal exigência passa por questões que vão desde a qualidade, preço, até o atendimento. Mas acima de tudo, esse novo cenário construiu um novo cliente, que está focado em viver experiências e não consumir por si só e diante disso o atendimento e o relacionamento são fundamentais para a construção da percepção do cliente em torno de tais experiências.

2) A Disney é referencia em excelência em atendimento e serviço, o que falta para as empresas brasileiras melhorarem seu atendimento?

Nossas empresas precisam compreender que atendimento é muito mais do que tratar bem. Atendimento precisa ser compreendido como um ativo econômico e que portanto, demanda planejamento e investimento. Atender com excelência envolve integrar diversos esforços como, o comportamento e habilidades de pessoas, planejamento da experiência que queremos que o cliente viva para que à partir disso seja planejado o processo de atendimento à ser praticado, e ainda, a disponibilidade de uma ambiente pensado para também atender. E acima de tudo, as empresas brasileiras precisam cultivar uma cultura de atendimento, de priorização do cliente. 3) Cada vez mais a tecnologia vem ganhando forças em vários negócios, o que não é diferente com o relacionamento com o clientes, você acredita que ela é aliada ou vilã deste processo?

Acredito que ela é aliada das empresas que a utilizam para agregar valor e conveniência à experiência do cliente através do atendimento. Empresas que ainda não utilizam as novas tecnologias para potencializar sua ação com o cliente, obviamente são ameaçadas por tais inovações. 4) Quais dicas você daria para empresas que desejam se diferenciar pelo atendimento de excelência?

Inicialmente sugiro que avaliem e, se necessário, revejam a experiência que não estão proporcionando aos seus clientes. Para a partir de tal análise planejar um processo de atendimento de excelência com foco em provocar no cliente a melhor percepção acerca dos produtos, serviços e relacionamento proporcionado. Além disso, é fundamental ter atenção aos detalhes que cercam a vivência do cliente. Conforme apresentamos em nossa capacitação usando os conceitos da Disney, também orientamos as empresas a buscarem construir um processo de atendimento que estabeleça uma conexão emocional com seus clientes, pois assim a percepção de valor do mesmo será potencializada. Por fim, não esquecer de integrar as pessoas, os processos e os locais, pois é essa integração que funcionando voltada ao cliente que oportuniza o atendimento de excelência.

Jacqueline Gomes é consultora certificada pelo Disney Institute

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Diálogos Aliar: Maestro e Pianista João Carlos Martins

Entrevista Exclusiva com João Carlos Martins. O Maestro João Carlos Martins estará em Caxias do Sul no dia 08 de Maio realizando uma palestra show no teatro Murialdo, e nós conversamos com ele em uma entrevista exclusiva, confira:

1) Você é um pianista referência no mundo, considerado o melhor interprete de Bach de sua época, como foi chegar a este reconhecimento?

É necessário ter a disciplina de um atleta e a alma de um poeta. Em tudo na vida temos 2% de inspiração e 98% de transpiração.

2) Todo reconhecimento tem seu ônus e bônus, como é lidar com o sucesso?

Acho que todo artista busca o reconhecimento do público. Sou grato a todo aquele que admira e respeita meu trabalho.

3) Quais suas inspirações para superar as adversidades e permanecer ativamente no mundo da música?

Sempre digo que meu caso não é de superação, mas sim de teimosia. Sou um grande teimoso!

4) O que o levou a estar a frente de tantos projetos sociais?

É o desejo de levar a música clássica a todos os cantos do Brasil e a certeza de que a música opera milagres na vida das pessoas.

5) A música e o empreendedorismo tem muita coisa em comum como: a persistência, o comprometimento entre outros que insights. Qual dica você poderia dar para os empreendedores da Serra Gaúcha?

Você corre, corre, corre atrás de um sonho. De repente, quando você menos espera o sonho está correndo atrás de você. Persista!!

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Diálogos Aliar: com Mirian Vieira

Os serviços compartilhados, a cooperação e a inovação são palavras que vem ganhando força no ambiente empresarial. Como você percebe esta evolução? E na prática ela já vem ocorrendo?

O que impulsiona todos esses movimentos é o fato de que, para a maioria das empresas consolidadas no mercado, a inovação se tornou urgente. Implantar uma cultura de inovação e transformação constante é um grande desafio para nós gestores, pois passa pelo movimento de engajar as pessoas. Entender que a mudança é uma constante, requer nos apoiarmos em ferramentas que promovam isso. Esse movimento está muito forte no Brasil, e não inclui apenas empresas de tecnologia, a exemplo conheci recentemente o case da SERASA e da Tecnisa que estão há mais de 4 anos com ações como essas e se tornaram empresas referência em cultura de inovação e atração de talentos.

Quais os maiores desafios que empresas de tecnologia da informação tem na atualidade?

Os desafios são reflexo do crescimento acelerado que, as empresas de tecnologia vêm enfrentando. Esse crescimento exponencial, vem da nova onda de transformação digital que as empresas estão passando, promovendo uma nova forma de gerir negócios e escalar a eficiência através do uso da tecnologia, garantindo a longevidade do negócio. Com isso a tecnologia que antes tinha um papel coadjuvante nos negócios, passa a se tornar o core business das empresas.

A atração e retenção de mão e obra diferenciada é o maior desafio para as empresas de tecnologia, temos uma carência de profissionais que estejam não somente qualificados para a função, mas que também estejam engajados com o propósito do negócio, e que sejam capazes de focar toda a sua potência de agir para os resultados da empresa.

 A competitividade das empresas brasileiras  ainda é um limitador de crescimento. Quais ações poderiam ser realizadas para que houvesse uma melhora neste indice? E nós como cidadãos, o que podemos fazer para  auxiliar nesta evolução?

Para falarmos em competitividade é necessário entender o cenário em que estamos inseridos. O Ranking de Competitividade Mundial 2017, realizado pelo instituto suíço IMD, que avalia 63 países, sob os seguintes aspectos: performance econômica, eficiência de governo, infraestrutura e eficiência empresarial, classificou o Brasil na posição 61, ficando apenas a frente de Venezuela e Mongólia.

De 2013 para cá o Brasil caímos 10 posições, sendo que somente em 2016 perdemos 4, devido aos indicadores políticos do país.

Nos países que lideram o ranking, são eles: Hong Kong, Suíça, e Singapura, há uma característica em comum onde o índice de eficiência empresarial é elevado devido aos altos níveis de produtividade.

No Brasil o progresso sócio econômico de 2002 a 2014, foi uma ilusão, pois não foi obtido com o crescimento real de produtividade. Ou seja, temos um problema grave de produtividade no país, e sem tratá-lo, não há como obter crescimento, melhora social e competitividade.

Portando é urgente internalizarmos que somos responsáveis por promover nos ambientes corporativos em que estamos inseridos, ações que aumentem a produtividade e eficiência operacional. Se produtividade, nada mais é que operar por menos e precisamos não só de uma produtividade mais escalável, mas também de um time engajado, o conceito de inovação aberta e a colaboração podem contribuir muito para obter esse ganho.  Pois envolvem diversos “personas”, sejam elas internas e externas à organização, introduzindo a incorporação de tecnologias e produtos, bem como, outras maneiras de geração de receita e lucro. E tudo isso de forma colaborativa explorando o potencial máximo das pessoas envolvidas.

Quais as tuas sugestões para nós mulheres de negócios nos destacarmos ainda mais no ambiente empresarial?

É um grande desafio para nós mulheres, conquistarmos espaço no mundo dos negócios. No Brasil, há poucas mulheres no topo das organizações. Considero dois aspectos que devem ter nossa atenção neste tema. O primeiro é que historicamente as mulheres foram condicionadas a servir, cuidar e zelar por tudo e por todos, e desta forma foram reconhecidas pela sociedade. Somos muito intensas e muito exigentes quando abraçamos um objetivo. Qualidade esta que também nos traz dificuldade na hora de entender como equilibrar esforços para ter uma família e uma carreira de sucesso.

O que tenho visto nas organizações, são muitas mulheres em cargos operacionais e de média gestão, e que não questionam a possiblidade de assumir altos postos, porque já estão sufocadas em ser eficiente no trabalho e eficiente na vida pessoal. Todas, de certa forma, compartilham um mindset focado em entregar algo perfeito, mas não de gerir e liderar grandes feitos.

O segundo aspecto é sobre a escolha de uma carreira executiva. E aqui considero essencial estarmos apaixonadas por essa escolha, o que por consequência torna natural e desafiador redirecionarmos todos os nossos interesses para este tema. Manter-se interessada pela economia mundial, pela política mundial e local, pelos índices financeiros e comportamento de mercados das empresas com as quais o meu negócio pode sofrer interferência, enfim estar atualizada e preparada para tomar decisões e liderar grandes iniciativas que promovam transformação nas empresas. 

Susan Colantuono, CEO da Leading Women – uma das maiores empresas de consultoria do mundo que apoiam iniciativas corporativas para fechar a lacuna de gênero de liderança, é uma especialista mundialmente reconhecida em desenvolvimento de liderança feminina.

Ela apresenta um estudo no qual as mulheres representam 50% dos cargos operacionais e de gestão média nas organizações no mundo. Por outro lado apenas 1/3 deste total conseguiram ocupar o topo das organizações. Ela cita em sua pesquisa que em geral as mulheres ignoram em suas carreiras, que a liderança no topo das organizações, requer ser reconhecida como uma líder capaz de alcançar resultados financeiros para o negócio através das pessoas. Compreender seu papel como responsável pelos indicadores financeiros do negócio e ter essa pauta no seu dia a dia.

Portando concordo muito com Susan, e entendo que precisamos pensar mais estrategicamente no negócio para nos tornarmos essenciais a ele.

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Diálogos Aliar: Andreia Fontana editora chefe do Pioneiro

Confira a entrevista exclusiva de Andreia Fontana:

1) Você tem uma vasta experiência na área da comunicação. Quais as mudanças ais profundas que você pode acompanhar? E quais seus desafios? O que não mudou: ser jornalista continua sendo essencialmente investigar e contar. Continuamos buscando o novo, apurando fatos, ouvindo, perguntando para depois produzirmos e distribuirmos conteúdo com a melhor qualidade possível, no menor tempo possível. As mudanças mais profundas vieram com a internet. Ela trouxe o público para dentro dos veículos. Instantaneamente sabemos o que o leitor está lendo e o que ele está achando do que está lendo. O desafio foi ouvir o público e saber reagir assertivamente ao que ele mostrava ou dizia. Outra mudança veio com a quantidade de informação que os jornalistas, mas qualquer pessoa, têm disponível hoje. Somos desafiados a encontrar e mostrar o que é importante, mas de maneira interessante. E também temos o desafio de a jogar luz sobre o que é verdadeiro neste mundo de fake news. E também tivemos de aprender a buscar os dados cada vez mais na origem, nos documentos, nas bases de dados, sem depender de intermediários, entrevistados. E uma terceira mudança é que todo mundo passou a ser produtor de conteúdo, obrigando jornalistas e veículos a se reinventarem e recolocarem.

2)  A comunicação é  um aspecto muito importante para todas as empresas. Como você percebe este aspectos nas organizações? Comunicação é aspecto essencial em qualquer organização. O que percebo é que muitas organizações só se dão conta da importância da comunicação quando as coisas dão errado. 

3) Atualmente a comunicação ganhou  uma velocidade até então não vista na história. Como esta sendo para o Jornal Pioneiro passar por esta transformação? A comunicação foi uma das primeiras áreas a ser impactada pelo advento da tecnologia. Para o Pioneiro, para qualquer veículo de comunicação e comunicador que queira se manter relevante, a transformação é parte do dia a dia, há tempos, e provavelmente nunca mais deixará de estar presente em nossa atividade.

4) Com as mídias sociais todas as pessoas podem expressar sua opinião sobre qualquer assunto, como você percebe esta relação com a  comunicação empresarial? A autoexpressão é o entretenimento do momento. Para as empresas, o primeiro passo é saber se comunicar usando da melhor maneira cada uma das diferentes plataformas. E isso significa estar pronto para responder a cada comunicação que o público faz com ela ou sobre ela, a qualquer tempo.  

5)  Como você vê o papel dos influenciadores digitais no contexto da comunicação empresarial? Vejo como um canal com relevância, especialmente para públicos específicos.

6) Em um ambiente polarizado em que vivemos, qual a tua sugestão para que a comunicação das empresas seja mais assertiva? Fazer o que é certo é o mínimo esperado. Começando assim, fica fácil acertar na comunicação. O problema é que neste ambiente em que vivemos, não sabemos se vamos acertar. A minha dica é que a gente tenha equipes diversificadas e submeta a elas o que queremos dizer. O risco de errar diminui bastante. E, em caso de erro, que haja humildade para reconhecer o equívoco e aprender com ele.

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Diálogos Aliar: Entrevista com Sheila Varela do Sicoob

Confira a entrevista exclusiva do Passarela Insights com Sheila Varela –  Gerente de Agência da Coop. Sicoob

1)   Como é atuar no mercado financeiros? Quais os desafios que você encontra? 

O mercado financeiro é bastante dinâmico e está em constante mudança. Nosso maior desafio é atentar a estas mudanças, para entender de que forma elas afetam aos nossos clientes e associados, bem como ao nosso negócio. Às vezes, é preciso reposicionar, rever, pensar em novas formas de entregar qualidade e atender as expectativas.

2) Como é trabalhar em  uma cooperativa de crédito?

Trabalhar em cooperativa de crédito é trabalhar em um segmento com alma. Temos valores, princípios e acreditamos que eles podem fazer diferença na vida dos associados e da comunidade em geral. Acreditar e trabalhar para isso torna o trabalho carregado de significado, uma vez que nosso viés de atendimento e convivência/negociação com o quadro social é inteiramente diferente do que numa instituição financeira tradicional. Nós somos consultores de negócios e buscamos a melhor solução para ambas as partes : cooperativa e associado.

3) Quais as maiores dúvidas que as empresárias têm quando procuram o banco? 

As dúvidas variam conforme a expertisse do empresário. Os iniciantes têm muitas dúvidas básicas (como abrir uma empresa, qual tributação, fluxo de caixa, conciliação bancária, como obter financiamento para projetos). Os mais experientes já têm esta vivência, de forma com que suas dúvidas são referentes a gestão ou à perenidade do seu negócio em um mercado cada vez mais competitivo.   (como aumentar Marketshare, como diluir riscos e inadimplência, lançar ou não produto novo, entrar ou não no e-commerce, por exemplo)

4) O que mais impede as empresas de obterem crédito? 

Na maior parte das vezes, restrições (serasa, spc, cheque sem fundos, empréstimos em atraso…) em nome do tomador ou cônjuge e falta de capacidade de pagamento (não possuir renda suficiente para poder assumir parcelas pretendidas/alto endividamento) são os maiores impeditivos para a concessão de crédito.

5)  Com relação a finanças empresariais quais as dicas que você pode compartilhar para que as empresárias tenham maior sucesso? 

A maior dica é: sejam amigas da matemática. Adquiram o hábito de planilhar seus custos fixos e variáveis, acompanhar o faturamento, observar sua sazonalidade. Façam planejamento estratégico, mesmo que simples. Vejam com seu contador de confiança se o regime tributário é adequado ao seu negócio. A matemática ajuda a tomar decisões de investimento e, até, de reposicionamento no mercado. E ainda, e não menos importante: não perca tempo excessivo com a operação do negócio. Pensar e criar estratégias, estudar e pesquisar sobre o seu ramo de atividade fazem parte de uma gestão de sucesso.

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Diálogos Aliar: com Istela Lima da Yang Modeladores

Istela Lima é Relações Públicas, empresária franqueada da Yang Modeladores, realiza o Brand Marketing para a Yang Franqueadora, além de desenvolver a co – criação das ações de marketing da marca.

Você atuava  no marketing da Yang e foi convidada para assumir uma  franquiada empresa, como foi esta virada de chave?

Trabalho no segmento de lingerie de compressão há 18 anos….embora eu tenha apenas 25..(risos). Foram muitas funções, que contribuíram na construção do meu conhecimento do negócio. Iniciei no balcão de vendas, gerencie a única loja da empresa da época, que esta localizada no centro de Caxias do Sul.  E com a expansão da marca passei a liderar as equipes de venda, incluindo o setor de marketing. Embora esteja na mesma empresa há tanto tempo nunca deixei de buscar novos desafios. Então em 2014 surgiu a oportunidade de gerir meu próprio negócio ainda na Yang. A loja de São Pelegrino, há 12 anos no mesmo endereço foi aberta pela franqueadora e passou a ser minha em 2014.

A Yang  vem diversificando cada vez mais sua linha de produtos, quais as bases para não perder a essência e continuar crescendo em um mercado altamente competitivo?

A Yang tem produtos masculinos, que são ótimos para esportes, dores musculares e sustentação da coluna, mas 99% do nosso público são mulheres. Essasmulheres encantam nosso setor de criação e motivam a marca a estar sempre em busca do tecido que expresse o código, que é vestir a lingerie, que não aparece na roupa e ainda empodera quem a usa. Nossa cliente saiu da passividade e passou a ser atuante no lar, no mercado de trabalho e inclusive na política. Nossos produtos, que eram mais inteiros precisaram ser ajustados a essa realidade. Sutiãs, calcinhas, cintas abdominais ganharam vez no closet delas, que precisam se cuidar e ainda assim atender a todas as outras demandas do seu meio. Todos os panos utilizados na linha estética e cirúrgica tem função terapêutica.

O contato do tecido com a pele ativa a circulação sanguinea e promove mudanças visíveis com a continuidade do uso. Os tamanhos são exclusivos. Aqui, oferecemos uma consultoria em lingerie de compressão. Nascemos com o objetivo de lapidar silhuetas, então tudo, que é desenvolvido precisa modelar, embelezar e fazer bem. Não basta ser um produto bonito, ele tem que atender o proposito da marca, que é empoderar mulheres numa vida mais equilibrada e saudável. Alem da lingerie de compressão temos a linha Beach com biquínis e maios de compressão. Eles valorizam a silhueta, comprimem o abdomem  com um toque de exclusividade e elegância. Na linha Yang Impulse, a Yang prima por tecidos tecnológicos, que modelam, não marcam imperfeições da pele e tem cós mais alto. Na coleção deste ano temos inclusive tecidos com a tecnologia EMANA, que combatem a celulite e a fadiga muscular do treino. Todos os tecidos da marca possuem proteção UV 50 e existe um cuidado nos recortes para valorizar cada biotipo.

O comportamento do consumidor vem passando por transformações, quais as diferenças que você percebe  desde que iniciou sua atuação  com varejo?

Sempre estou atenta no provador e na fala da nossa consumidora para entender as mudanças sociais , que interferem no venda do nosso produto. A vantagem de fazer parte de uma empresa com essência empreendedora é que a mudança ocorre de forma rápida e intensa.

Existe dedicação deliberada em cada ação desenvolvida. E este fator influencia a todas as equipes Yang do Brasil. Tenho orgulho de fazer parte do processo de construção do conceito da marca nessa ressignificação do comportamento feminino.

Quais os maiores desafios para gerir uma empresa que gere resultados sustentados?

Inovar para encantar e consolidar relacionamentos são os maiores desafios para qualquer empresa. Precisamos estar sempre à frente, com o melhor produto. Ao mesmo tempo comunicar isso da forma mais assertiva para nosso público e mantê-lo próximo a nós. Lembrando que são as ações mais simples, que constroem relações. Só precisamos estar atentos, porque para cada marca o cliente se expressa de uma forma. O acesso a informação torna o cliente mais exigente e menos comprometido com nossas empresas. Por isso aqui estamos atentos ao nosso propósito.  Aqui revisamos nosso planejamento semanalmente, porque o ritmo de mudanças do mercado é rápido demais. Temos reuniões semanais tanto para treinamento, quanto para desenvolvimento estratégico.

Quem não faz acontecer, vê acontecendo.

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Diálogos Aliar: Entrevista Exclusiva com Patricia Palermo

Economista formada com láurea acadêmica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sendo reconhecida com o prêmio de Melhor Desempenho no Curso pelo Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Sul (CORECON/RS). Patricia é mestre e doutora em economia aplicada pela mesma universidade. Foi duas vezes prêmiada “Jovem Pesquisador UFRGS/CNPq” na área de sociais aplicadas.

A seguir, a entrevista exclusiva realizada com a Economista-Chefe do sistema Fecomércio RS, Patricia Palermo:

Como foi a escolha de sua profissão? Houve o apoio da família?

Eu fazia o curso de Farmácia na UFRGS. Era boa aluna, não faltava às aulas, tirava sempre notas boas. Entretanto, com o passar do tempo, ficou claro para mim que uma profissão precisava mais do que aquilo. Precisava de paixão, de brilho no olho. Desistir do curso de Farmácia foi ao mesmo tempo um alívio libertador e um período de grande medo e apreensão. Sabia claramente que aquela não era a profissão que eu queria para mim, mas qual eu queria? Eu ainda não sabia… Sabia que eu gostava de matemática, me interessava muito por política e me sentia muito mal por não entender grande parte dos noticiários.

Foi assim que começou meu interesse pela Economia. Num dia, pela manhã, enquanto eu esperava o ônibus para ir ao campus assistir minhas últimas aulas no curso de Farmácia, conversei com um amigo que me contou, de forma muito, entusiasmada sobre uma palestra que tinha assistido sobre “Economia da Pobreza”. Pronto! Era o que faltava para eu me decidir. Numa viagem de ônibus de meia hora, juntei todos os argumentos que me faltavam para tomar minha decisão. No dia seguinte tranquei minha matrícula e fui buscar informações sobre o curso de Economia. Quanto mais eu conhecia, mais eu me encantava. O brilho no olho já estava de volta!

Como sou a primeira geração da minha família a ir para a Universidade não sofri muita pressão. Meu pai queria que eu fosse jornalista em virtude da minha facilidade em me comunicar. Hoje ele percebe que essa aptidão me ajudou muito na economia, profissão na qual a clareza, a objetividade e a didática não são habilidades muito comuns nos profissionais da área, mas essenciais.

Qual o maior desafio de sua carreira?

Há muitos desafios. Talvez o desafio mais contemporâneo seja o de separar análises técnicas de avaliações ideológico-partidárias. Muitas vezes, percebo que existe uma resistência de reconhecer um acerto de política econômica naqueles que não são alinhados do ponto de vista ideológico-político por parte dos analistas. Na minha opinião, isso é um erro grave.

Outro desafio importante é o de comunicar ideias. A ciência econômica não é algo simples. Uma análise bem feita exige uma avaliação profunda de uma série de variáveis que, muitas vezes, não são de conhecimento geral. Traduzir essas ideias para o grande público é um papel importante dos economistas.

Já houve um momento em que pensaste em desistir? Se sim nos conte como foi?

Nunca pensei em desistir. Há momentos, como na vida de todos, que tudo parece ficar mais difícil. Isso pode acontecer por várias motivações. Pode ser uma chefia desestimulante, a dificuldade de conciliar vida pessoal e profissional. O importante é manter o foco nos seus objetivos de médio e longo prazo e construir alternativas para lidar com o presente e, principalmente, para alterar essa situação no futuro.

Se você não está feliz com a sua chefia e acredita que não vai mudar, procure um novo trabalho. Um ambiente de trabalho ruim vai minando a criatividade, seu ânimo e sua produtividade. Se o seu problema é conciliar vida profissional e pessoal: eleja prioridades e não se envergonhe das suas escolhas.

Qual foi a sua maior vitória profissional?

Ao final de 2016 foi escolhida como Economista do Ano no Rio Grande do Sul. Foram múltiplas pequenas vitórias cotidianas, construídas com estudo e empenho, que me levaram a esse título. Assim, o prêmio representou para mim um reconhecimento de toda uma trajetória de esforço e dedicação.

O universo da economia é predominantemente masculino,  como é fazer parte deste ambiente?

Recentemente, fui agraciada pela Revista Donna, do Grupo RBS, com o prêmio “Mulheres que Inspiram”.  Quando estávamos gravando o vídeo de divulgação disse que ser mulher num ambiente masculino pode ser um diferencial. Como na maioria das vezes você é a única, é praticamente inconfundível. Além disso, não se masculinizar, isto é, permanecer feminina é uma forma de se fortalecer, e não se fragilizar. Quando você está numa discussão, o que importa são suas ideias e não o seu gênero. E isso tem ficado cada vez mais claro nas organizações que querem se tornar mais inovadoras e eficientes.

Quais as dicas você deixa para as mulheres que  vivenciam o mundo empresarial, ambiente ainda mais masculino. Como se sobressair a este cenário?

Não tenham receio de apresentar suas opiniões. Não se diminuam! Apresentem-se para as oportunidades se julgarem que são adequadas para você. Uma vez, numa conversa com a Sônia Hess, quando ela ainda era CEO da Dudalina, ela me contou que, por muitas vezes, quis contratar mulheres para posições de chefia.

Nas seleções, as mulheres se destacavam, apresentando qualificação e perfil mais adequado do que seus concorrentes homens. No entanto, quando eram escolhidas, a necessidade de uma agenda repleta de viagens ou de mudança de cidade apareciam como barreiras intransponíveis para o aceite. A maioria ficava presa às escolhas do marido ou à responsabilidade da vivência com os filhos. Acredito que cada pessoa deve ser dona de suas escolhas. Se você julga sua carreira importante, seu cônjuge e sua família como um todo precisam estar cientes disso. Existe muita cobrança das mulheres sobre elas mesmas, mas também por parte da sociedade, no que diz respeito, por exemplo, à presença cotidiana na vida dos filhos, especialmente quando são crianças. Se você quer ficar mais tempo em casa, ótimo se isso for uma escolha sua. Mas será muito ruim, para você e para sua família, se fizer escolhas porque simplesmente esperam isso de você.

Além disso, qualifiquem-se muito e sempre. Reconheçam suas habilidades e as fortaleçam. Verifiquem seus pontos fracos e trabalhem para que consigam atenuá-los.

Em uma frase, qual conselho você daria para as mulheres que são empreendedoras, empresarias, executivas…

Uma carreira se constrói sobre três pilares: qualificação, empenho e coragem! Nunca deixe que nenhum deles falte a você!

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Diálogos Aliar: Conectando ideias com Adriane Santarem

Adriane Santaremé a nossa convidada para o “Diálogos Aliar” do mês de Maio. Adriane é Psicóloga com Pós em Gestão Empresarial, diretora do Grupo DRSUL Veículos (concessionárias Renault, Nissan, Fiat e Chevrolet).

Como e quando nasceu o sonho de empreender? Em 1998 , meu irmão Rafael idealizou as Concessionárias Quais foram os principais desafios para a tomada de decisão? Sem a instabilidade economica

Como a sua empresa está inserida no mercado hoje: O melhor conselho que já recebi: Enquanto voce reclama e chora, alguém esta tomando seu lugar

Qual conselho você daria para uma empreendedora que está iniciando um negócio? Empreender é saber que você terá problemas todos os dias, mas não deixe que eles ocupem todo seu tempo, não lhe permitindo enxergar as oportunidades Palavra preferida: Amor Um livro marcante: Heróis de Verdade, do Roberto Shinyashiki

A melhor estratégia para o sucesso é: Nunca desistir e sempre se reinventar O que mais gosto no meu trabalho é: Poder realizar o sonhos das pessoas

Uma frase, ou pensamento marcante: Você é o MELHOR você que existe.

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Diálogos Aliar: Conectando ideias com Paulo Goulart Alvarenga

O nosso convidado para o “Diálogos Aliar” deste mês é Paulo Goulart Alvarenga, que participou último Passarela de Negócios de Caxias do Sul compartilhando sua sabedoria com técnicas respiração.

Conheça um pouco mais este empresário, que está a frente da Tulasi Centro de Terapias Ayurvédicas e nos inspira com sua calma e sabedoria.

Nome completo: Paulo Goulart Alvarenga Formação: Bacharel Filosofia

Área de atuação da empresa: Tratamentos naturais para a saúde do corpo, da mente e a evolução do espírito

Como e quando nasceu o sonho de empreender a Tulasi? Já no primeiro curso de formação em Ayurveda, criamos um grupo de estudos para vivenciar aquela experiência luminosa que o Ayurveda representa, mas foi por amor e um forte chamado interno que sonhei em idealizar o espaço Tulasi Quais foram os principais desafios para a tomada de decisão? Vencer minha insegurança, confiar. Afinal são vidas, felicidade, saúde que iríamos cuidar.

Como a sua empresa está inserida no mercado hoje: Fomos pioneiros em trazer os tratamentos completos do Ayurveda e estamos colhendo os frutos de um trabalho sério, fruto de esforço e amor, seguindo a legislação do nosso país. Hoje somos reconhecidos e temos uma procura crescente para nossos serviços.

O melhor conselho que já recebi: Amar a si, para amar a Deus para servir, com amor, ao próximo

Qual conselho você daria para um empreendedor que está iniciando um negócio? Deixe seu coração falar, mas deixe sua razão medir. Ponhas os pés firmes no chão e os sonhos no ALTO.

Sua empresa participa do Passarela de Negócios, o que o projeto representa para você? Uma oportunidade séria de levar alternativas de vida mais simples, mais felizes e de amor a si e a natureza, para as pessoas que se sentem chamadas.

Palavra preferida: AMOR

Um livro marcante: Sidharta de Hermann Hesse

A melhor estratégia para o sucesso é: Poder sentir alegria naquilo que faz, divertir se com a missão.

O que mais gosto no meu trabalho é: De poder ser um facilitador, no encontro de seres com suas essências, através do aprimoramento da saúde, da mente e da alma. Uma frase, ou pensamento marcante: Todas as coisas concorrem juntamente, para a felicidade daqueles que amam a Deus.

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Diálogos Aliar: Arlene F. Kuster de Oliveira e Lisiane Coelho Borges

O Diálogos Aliar entrevista neste mês, Arlene F. Kuster de Oliveira e Lisiane Coelho Borges,  advogadas e sócias do escritório Kuster e Coelho Advogadas Associadas.

Escritório com foco em oferecer serviços jurídicos personalizados, com base nos pilares: conhecimento, inovação e ética. Atua nas áreas administrativo, civil, contratual, consumidor, empresarial, trabalhista e previdenciário.

Participantes do Passarela de Negócios desde sua primeira edição, elas contam como o projeto auxiliou e ainda auxilia no negócio. 

Como e quando nasceu o sonho de empreender? Ambas pensávamos em prestar um serviço personalizado e com o fim de desmistificar a questão de falta de acessibilidade e clareza no que tange a advocacia, tendo em vista que todas as pessoas e empresas, independente do porte, podem ter acesso a um serviço jurídico de qualidade.

Encontrar alguém que vise os mesmos ideais que o seu não é exatamente fácil, então quando conversamos pela primeira vez visando empreender e verificamos que tínhamos as mesmas ideias sobre como um negócio deveria funcionar, iniciamos nossa preparação, partindo do CANVAS e de um plano de negócios. Em poucos meses estávamos trabalhando juntas.

Quais foram os principais desafios quando tomaram a decisão? Acreditamos que encontrar coragem e confiança em nós mesmas para colocar o negócio próprio, bem como abandonar uma remuneração fixa por um montante variável, que é algo comum aos empreendedores em um primeiro momento. Além de que, ir à campo, estabelecer uma conexão com os clientes, participar de eventos e buscar novos contato também são desafios diários, visto que estávamos mais acostumadas a tecer as peças processuais em si.

O Passarela de Negócios auxiliou vocês de alguma forma? Como? Certamente. Em princípio justo no que tange a questão da confiança no nosso potencial e, logo em seguida, quanto às estratégias de negócio que aprendemos tanto no evento quanto com as empreendedoras que conhecemos nele. Ademais, também através do Passarela de Negócios iniciamos novos contatos e relacionamentos profissionais e pessoais.

Vocês já fecharam negócios através do Passarela de Negócios? Sim, conseguimos fechar negócios em todos os eventos do Passarela de que participamos, depois de iniciar nosso empreendimento. A proposta é muito interessante e, além disso, procedemos com os ensinamentos que tivemos durante o evento, como não apenas guardar os cartões que recebemos, mas efetivamente contatar e conhecer as donas deles.

O que é o Passarela de Negócios para vocês? O que ele representa? Pensamos que é uma oportunidade de auxiliar mulheres e de sermos auxiliadas. Muitas vezes tudo o que alguém precisa para iniciar uma jornada empreendedora é de um incentivo como o ofertado pelo evento e suas participantes: inspiração e alguém que acredite em sua ideia.

Notamos, também, que não estamos sozinhas trabalhando em prol de nossa realização profissional, conhecemos muitas novas empreendedoras e isso nos motiva e nos incentiva a ir em frente, pois “tem mais gente remando nesse mesmo barco”, logo, juntas, chegaremos lá.

Qual conselho vocês dariam para uma empreendedora que está iniciando um negócio? Que acredite nela mesma e no seu trabalho, porque esse definitivamente é o primeiro passo para o sucesso. Se você não acreditar de verdade na sua ideia, ninguém mais vai.

Quais são as perspectivas da empresa para este ano? Como somos novas no mercado, a meta é consolidar nosso trabalho, em especial no que tange a assessoria jurídica empresarial preventiva, e nos tornarmos referência em qualidade, e não em quantidade.

Suas palavras preferidas são: Inovação, sabedoria, liberdade, perseverança e conhecimento.

A melhor estratégia para o sucesso é: Através da confiança.

O que mais gosto no meu trabalho é: A liberdade de poder fazer o melhor para auxiliar o cliente, seguindo nossos próprios valores e princípios morais, produzindo menos quantidade, mas com mais qualidade.

Uma frase, ou pensamento marcante: “Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados”. Mahatma Gandhi

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Diálogos Aliar: Conectando ideias com Cristiane Bohrer

A nossa convidada para o “Diálogos Aliar” deste mês é a estilista e empresária Cristiane Bohrer, que possui sua marca própria, com peças exclusivas e versáteis .

Convidamos você a conhecer a história desta jovem empresária da moda.

Nome Completo: Cristiane Bohrer

Nasci na cidade de: Dois Vizinhos/PR Breve histórico profissional: Trabalhei durante nove anos na empresa do meu marido e há, pelo menos, cinco anos comecei, paralelamente, a me profissionalizar na área de Moda e a trabalhar na área.

Em 15 de fevereiro de 2016, inaugurei meu ateliê, um espaço pensado e criado para atender as mulheres com carinho, atenção e respeito. Trabalho com Linha Alfaiataria Casual e Básico, mas Fashion, que são duas linhas que se complementam e podem ser usadas com outras peças para compor looks diferentes.

Quando você decidiu empreender? Quando meu coração já estava apertado demais para não me dedicar 100% ao meu sonho.

Como a sua empresa está inserida no mercado hoje: Minha empresa está em um novo nicho de mercado que, cada vez mais, está crescendo com novas propostas. Primamos pelo atendimento personalizado, por isso trabalhamos com hora marcada para proporcionar às clientes um momento único e especial, dando toda a atenção que elam merecem receber. O que é necessário para ser um bom empresário e perpetuar um negócio? Ter persistência e dar SEMPRE o melhor de si em tudo o que for fazer.

Quais são as perspectivas da empresa para este ano? Termos um crescimento no mercado e, cada vez mais, fazer parte da vida das mulheres.

O melhor conselho que já recebi: Ter paciência e perseverança.

Minha palavra preferida é: FORÇA

Meu hobby: Cozinhar

Meu livro preferido: A menina que roubava livros, de Markus Zusak

A melhor estratégia para o sucesso é: Persistir

O que mais gosto no meu trabalho é: Tudo, pois amo o que faço.

Qual conselho você daria para um jovem empreendedor? Não desista no primeiro obstáculo. Se necessário, procure outro caminho, mas não desista do seu sonho.

Uma frase, ou pensamento marcante em sua vida: Lute pelos seus sonhos.

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Diálogos Aliar: Conectando ideias com Suelen de Cesero Laner

A empresária caxiense Suelen de Cesero Laner é a nossa convidada para o “Diálogos Aliar”. Convidamos você a conhecer a história desta jovem empresária que tem em seu negócio o universo encantador dos aromas.

Breve histórico profissional: Iniciei a minha trajetória profissional aos 18 anos, trabalhando em diversos segmentos diferentes sempre na área Administrativa e de Recursos Humanos das empresas. Cursei Administração de Empresas pela Universidade de Caxias do Sul, e logo após fiz uma especialização em Gestão do Comportamento Organizacional. Além de gostar de estar no meio das pessoas, sempre admirei e me encantava com o universo dos aromas, então, resolvi fazer uma especialização na área da Perfumaria e empreender.

Quando você decidiu empreender? Sempre tive o sonho de ter o meu próprio negócio, vinha me capacitando, estudando para entender melhor as práticas de aromatização de ambientes, sempre me chamou atenção este segmento, foi então que percebi uma oportunidade de mercado e resolvi empreender.

Como a sua empresa está inserida no mercado hoje: A Divinittà atua no segmento de soluções olfativas. Orientamos o melhor aroma para um determinado ambiente. Personalizando e customizando, conforme a necessidade do cliente, possuímos um canal de vendas direto e atendimento diferenciado.

O que é necessário para ser um bom empresário e perpetuar um negócio? Dedicação, persistência e fé no seu negócio, acreditar que é possível. A perpetuação do negócio se dá através do bom planejamento, das estratégias de mercado adequadas, da análise de novas tendências e tecnologias, devemos estar sempre atentos ao mercado.

Quais são as perspectivas da empresa para este ano? É um mercado que vem crescendo, as pessoas estão buscando produtos personalizados, feito sob medida. Para este ano a empresa pensa em qualificar a captação de novos clientes através do atendimento diferenciado. O melhor conselho que já recebi: Nunca desista dos seus sonhos, por nada, nem por você mesmo! Minha palavra preferida é: Amor

Meu hobby: Assistir filmes e viajar

Meu livro preferido: Nunca Desista dos Seus Sonhos – Augusto Cury A melhor estratégia para o sucesso é: Para alcançar o sucesso acredito que a melhor estratégia é planejar, persistir e ter foco.

O que mais gosto no meu trabalho é: É ter o contato com as pessoas, trazer alegria e bem estar no dia a dia delas. Qual conselho você daria para um jovem empreendedor? Encontre aquilo que te faz feliz, estude, persista e siga sempre em frente!

Uma frase, ou pensamento marcante em sua vida: “Seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá.” Ayrton Senna

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Diálogos Aliar: Conectando ideias com Leonardo André De Ross

O empresário caxiense Leonardo André De Ross é o nosso convidado para o “Diálogos Aliar” do mês de março. Conheça um pouco mais sobre a trajetória deste jovem empreendedor e inspire-se!

Breve histórico profissional: Minha carreira sempre foi voltada à área administrativo comercial, desde os meus 17 anos. Tive o privilégio de sempre trabalhar em empresas líderes de seus segmentos, com profissionais de alto gabarito, que me mostraram os caminhos mais assertivos, as técnicas e os benefícios da carreira comercial. Em paralelo, me graduei em Administração de Empresas pela UCS, cursei Administração de Vendas na Universidade de León, na Espanha, realizei pós graduação em Comércio e Relações Internacionais, também pela UCS, e uma especialização em Comércio com México e América Latina pela Universidade de Monterrey, no México. Incentivado pelo empreendedorismo de meu pai, sempre quis ter meu próprio negócio. Quando entrei para o ramo de móveis há 10 anos, me encantei. Decidi então empreender na área, com uma marca forte e uma das líderes de seu segmento, abrindo uma loja de móveis projetados da marca Rudnick. Assim atuo há 4 anos, comercializando móveis, materializando sonhos.

Quais foram as principais mudanças que ocorreram durante a história da empresa e como as enfrentou? A principal mudança foi o recrudescimento do mercado. No início favorável e logo nos primeiros anos, recessivo. Ajustar as velas aos novos tempos, rapidamente, foi a forma de enfrentar os novos desafios. Decisões rápidas e focadas na perpetuação, sem perder qualidade. Os desafios são diários.

Como a sua empresa está inserida no mercado hoje: Hoje estamos posicionados, acredito, entre as 5 melhores lojas de móveis projetados da região de Caxias do Sul, atuando fortemente no nordeste do Rio Grande do Sul, mas atendendo também a região metropolitana de Porto Alegre, o litoral norte Gaúcho e extremo sul de Santa Catarina.

O que é necessário para ser um bom empresário e perpetuar um negócio? É fundamental conhecer o ramo de atividade a fundo. Conhecer toda a cadeia produtiva que o envolve e relacionar-se bem com os profissionais que atuam no ramo. Isto dará muito argumento sobre todos os aspectos e facilitará decisões importantes, tornando-as mais assertivas, sem necessidade de procrastinação ou consultorias. Foco e muito trabalho complementam. Quais são as perspectivas da empresa para este ano? Organizar ainda mais a casa. Fazê-la ainda mais linda, para quando a tempestade passar podermos abrir as janelas e desfrutar do sol, sem necessidade de trabalhar introspectivamente e sim, exclusivamente para deixar nossos clientes mais felizes do que quando chegaram até nós. Esta é a missão da empresa. Também estamos com um projeto de um novo modelo de negócios, que trará um enorme benefício para a empresa e todo o ramo moveleiro, principalmente aos clientes. Esperamos fundamentá-lo e colocá-lo no mercado ainda este ano.

O melhor conselho que já recebi: Ter dinheiro não é importante, o importante é ter crédito. Financeiro sim, mas principalmente de caráter pessoal.

Minha palavra preferida é: Sim.

Meu hobby: Surf.

Meu livro preferido: 100 dias entre Céu e Mar –Amyr Klink

A melhor estratégia para o sucesso é: Dedicação. O que mais gosto no meu trabalho é: Sorrisos.

Qual conselho você daria para um jovem empreendedor? Você é uma locomotiva, cheia de combustível, carregando vagões e mais vagões de ideias, vagões de entusiasmo, vagões de adrenalina, vagões de sonhos, entrando em um túnel que nunca entrou , mas louco de vontade de chegar do lado de lá. Mas o túnel é escuro, é um túnel solitário, e só você, a locomotiva, poderá atravessá-lo junto com seus vagões. Neste desafio do incerto, proteja-se, reunindo toda e qualquer informação para esta jornada. Esteja convicto de que este túnel tem uma saída e saiba com chegar lá, antes de entrar. Faça esboços, tenha um plano. Atravesse, tenha resiliência, perseverança, mesmo sem ver o final, mesmo sem ver a luz. É possível que você tenha que soltar alguns vagões pelo caminho. É possível que alguns vagões estejam atrasando esta travessia, mas quem sabe podem ser usados do lado de lá do túnel. Por isso, acima de tudo, jamais se esqueça da maneira como você entrou neste túnel, jamais esqueça de que você é uma locomotiva. Lembre-se que sem você, o vagão de seus sonhos não verá a luz. Uma frase, ou pensamento marcante em sua vida: “Prometo pela minha honra, fazer o melhor possível, para cumprir meus deveres, para com Deus e minha pátria, ajudar o próximo em toda e qualquer ocasião, e obedecer à lei do escoteiro.”

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Diálogos Aliar: Conectando ideias com André Luis Rossetti

André Luis Rossetti, Diretor de Atendimento e Relacionamento, TOTVS Rio Grande do Sul, Unidade Serra Gaúcha, é o entrevistado da Aliar no mês de dezembro.

Conte um pouco sobre a sua trajetória profissional: Sou formado em Ciências da Computação e iniciei minha carreira criando uma pequena empresa de TI focada em Software de Gestão para Manufatura, em 1992. Em 2005 optei por aliar-me à então RM Sistemas, que na ocasião era a terceira maior empresa de Software de Gestão do Brasil, a qual foi adquirida pela TOTVS em 2006. De lá para cá, sou sócio da unidade local e atuo como Diretor de Atendimento e Relacionamento, cuidando de vendas e entrega de projetos.

O que é necessário para ser um bom empresário e perpetuar um negócio? Espírito empreendedor, capacidade de execução e persistência… aliado, é claro à formação necessária, ou seja, conhecimento do seu segmento de negócio. Saber se comunicar também é essencial, bem como a capacidade de se reinventar, sempre que necessário. Ouvir os conselhos dos melhores mentores ajuda, mas nunca devemos esquecer que a decisão é responsabilidade do empresário, com seus ônus e bônus decorrentes.

Quais foram as principais mudanças que ocorreram durante a história da empresa no mercado em que atua, e como as enfrentou? Ocorreram mudanças mercado, onde nos últimos 23 anos passamos por várias situações econômicas diferentes, as quais tivemos que atravessar com criatividade e persistência; além disso mudanças de tecnologia, vitais para a o segmento, onde sempre é necessário estar atualizado, e por isto a opção por TOTVS, uma empresa pioneira e com tecnologia própria; e agora também a mudança no perfil das gerações, ou seja, saber atuar com a nova geração de profissionais, a chamada geração Y, que exige muito mais habilidade na gestão de pessoas.

Como a empresa está inserida no mercado hoje: a TOTVS atua em diversos segmento de mercado: Agroindústria, Manufatura, Distribuição, Logística, Varejo, Construção e Projetos, Educação, Saúde, Serviços, Jurídico e Financial Services; Além disso, atuamos nos diversos portes de cliente: pequenos, médios e grandes. E cada vez mais estamos presentes no mundo Cloud, ou seja, tecnologia nas Nuvens, com nossas ofertas SaaS.

Quais os segmentos que a TOTVS unidade Rio Grande do Sul atua?

Com exceção de Jurídico e Financial Services, onde temos unidades específicas destes segmentos para atuação no RS, ligadas à própria TOTVS S.A., atuamos em todos os demais segmentos citados anteriormente: Agroindústria, Manufatura, Distribuição, Logística, Varejo, Construção e Projetos, Educação, Saúde e Serviços. Possuímos hoje dois escritórios, a sede Porto Alegre e a Unidade de Caxias do Sul. Atendemos o estado com aproximadamente trezentos participantes e mais uma rede de relacionamento TOTVS que pode trazer especialistas de qualquer parte do país para atender projetos específicos no RS.

Vocês possuem programas voltados para Consultores? Como funciona?

A TOTVS Rio Grande do Sul entende a extrema importância das Consultorias para apoio às empresas de uma forma geral. São profissionais que trazem experiência e especialização nas áreas em que atuam, alavancando resultados. Temos um programa de parceria para consultores onde podemos atuar em conjunto em nossos clientes. Acreditamos que TOTVS, com nossas soluções, e consultores, com seu conhecimento especialista, juntos potencializamos os resultados que nossos clientes podem obter.

Quais são as perspectivas da empresa para o ano de 2016?

Trabalharemos mais intensamente do que nunca, acreditamos que o Brasil vai melhorar, e que fazemos parte do Brasil que dá certo. Vamos continuar a estabelecer metas realistas, mas desafiadoras. Esperamos poder ajudar em muito nossos clientes nos mercados que atuamos pois, na hora da crise, as empresas precisam aumentar produtividade e reduzir custos e, nossas soluções e serviços alavancam juntamente estes dois principais itens.

Deixe uma frase, um conselho, uma dica, para finalizar:

Não vamos nos paralisar com as “tempestades” que estamos vendo todo dia na televisão, nos jornais, e enfim, nas mídias. Existem problemas sim, mas vamos trabalhar e fazer a nossa parte!

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Diálogos Aliar: Entrevista Daiane de Ávila Santos, Diretora da D&A Estofados

Hoje, iremos conhecer um pouquinho mais sobre a história empreendedora da jovem Daiane de Ávila, que é Diretora da D&A Estofados.

Quando você identificou seu potencial empreendedor?

Eu decidi empreender a 10 anos atrás, tive uma experiência com a empresa de móveis do meu pai. Eu, meu irmão e mais um sócio decidimos abrir a nossa empresa, a D&A Estofados.

Qual foi o maior desafio em iniciar o seu negócio? O meu maior desfio foi pessoal, a responsabilidade é enorme.

Conte um pouquinho da sua história e como é o seu negócio hoje? Eu tive a felicidade de nascer dentro do negócio, dentro do nosso ramo de atuação. Iniciei na empresa do meu pai, o qual a 25 anos trabalha na área. A D&A Estofados nasceu nesse período e já tem 10 anos de estrada. Somos três a frente do negócio e a ideia era formar uma empresa com uma linguagem diferente, com espírito jovem e inovador e uma gestão voltada ao design do produto.

Quem te inspira? Meu pai e meu irmão, pois foi com eles que eu aprendi tudo o que eu sei hoje e o que eu faço é por eles.

Que dica você daria para mulheres que estão buscando empreender ou para aquelas que já possuem seus negócios? O medo bloqueia as pessoas, para se ter um negócio precisamos de coragem para enfrentar os desafios que mercado diariamente nos apresenta. Outra dica é ter um olhar sempre positivo das coisas e claro buscar sempre o novo, novas ideias, novas visões, outros diferenciais para o teu negócio. Estar a um passo a frente.

Qual a primeira mulher que vem em sua mente quando se fala em empreendedorismo de sucesso? Bianca Dotti Sartori, pois desde que nos conhecemos, ela se tornou uma pessoa em quem me “espelho”. Gosto do jeito como ela trata as coisas e as pessoas, me sinto muito honrada de poder aprender com ela.

Como está sendo a experiência de participar do Passarela de Negócios? É um projeto muito inovador e estou adorando participar. O fato de conhecer outras mulheres que estão no mercado praticamente a idade que tenho de vida é muito inspirador. Tenho aprendido muito com cada uma delas, me sinto lisonjeada em poder fazer parte deste grupo porque aqui só tem as melhores!

Deixe uma mensagem, frase ou pensamento que expresse o seu olhar sobre o mundo dos negócios.

Minha frase: Never stop dreaming (nunca pare de sonhar).

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Diálogos Aliar: Conectando ideias com Ivane Maria Remus Fávero

A convidada para o Diálogos Aliar do mês de abril é Ivane Fávero, Secretária de Turismo e Cultura de Garibaldi, recente painelista do Jogo de Damas Edição Caxias do Sul. Confira a entrevista que realizamos e inspire-se em sua trajetória profissional.

Nome Completo: Ivane Maria Remus Fávero

Nasci em: Dolorata – Santa Tereza (antigamente, pertencia a Bento Gonçalves)

Já fui: Menor aprendiz, digitadora de editora, secretária, vendedora, empresária, professora, diretora, consultora, gestora de turismo, secretária municipal de turismo e cultura.

O melhor conselho que já recebi: A verdade sempre e só o amor vence.

Minha palavra preferida é: Amor

Meu hobby: Assistir filmes, ler, cozinhar e viajar

Meu livro preferido: São muitos. Cito o que eu estou lendo agora “O Futuro Chegou” de Domenico De Mais.

A melhor estratégia para o sucesso é: Estudo e trabalho. Unir o conhecimento à prática.

O que mais gosto no meu trabalho é: A diversidade de assuntos, o dinamismo e, principalmente, a possibilidade de contribuir com o desenvolvimento de um município, de uma região.

Quais foram os principais desafios da sua carreira? Foram muitos. Primeiro, obter o reconhecimento numa profissão ainda não reconhecida. Segundo, conciliar a maternidade com o trabalho. Terceiro, alcançar cargos de chefias comumente ocupados por homens.

Quais são as principais lembranças da sua carreira? Como gestora pública do turismo e da cultura, foi ter desenvolvido uma metodologia de trabalho para o desenvolvimento dos municípios em que atuo e poder ver, na prática, o retorno de cada ação, seja no desenvolvimento de novos empreendimentos, na preservação do patrimônio, ou, ainda, na felicidade gerada, por exemplo. Como professora, a alegria de encontrar ex-alunos atuando com sucesso na atividade turística. Como consultora, a possibilidade de ter conhecido boa parte do Brasil, aplicando uma metodologia desenvolvida.

Qual conselho você daria para um jovem empreendedor? Persistência, trabalho, capacitação contínua e muita alegria no que faz. Trabalhar em algo que lhe gere satisfação e orgulho.

Você participa ou já participou de programas desenvolvidos pela Aliar? Quais? De que forma eles auxiliaram no desenvolvimento pessoal ou profissional? Sim, fui painelista do Jogo de Damas. O Encontro une mulheres empreendedoras e que possibilita a troca de experiências e informações. Para finalizar, uma frase, ou pensamento marcante em sua vida: “E vamos em frente!” e se não der, enfrente! E ainda, “Escolha ser feliz!”.

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Diálogos Aliar: Conectando ideias com Juliana Desconsi

O “Diálogos Aliar” do mês de junho conta com a entrevista especial da Diretora da Intervento Design, empresa especializada em soluções que, por meio do design, modificam a relação do usuário com os produtos, desenvolvendo projetos para produtos industriais.

Vamos conhecer um pouco mais sobre o perfil da designer Juliana Desconsi.

Nome Completo: Juliana Desconsi

Empresa: Intervento Design Cargo que ocupa na empresa: Designer/Diretora

Já fui: Designer em outras empresas. Atualmente, além de Diretora da Intervento, sou professora universitária também.

O melhor conselho que já recebi: Siga seu coração e respeite a ordem natural que as coisas devem acontecer.

Minha palavra preferida é: são tantas, mas a pureza das respostas está no silêncio, e na ausência de tudo, e não nos pensamentos e palavras ou na sintaxe destes. Neste momento podemos nos conectar a nós mesmos.

Meu hobby: ler e praticar esportes

Meu livro preferido: todos do Osho

A melhor estratégia para o sucesso é: Foco, persistência e respeitar a ordem natural das coisas. Devemos passar por coisas boas e ruins, isso é o que nos constrói, pois somos uma soma de experiências.

O que mais gosto no meu trabalho é: o trabalho de um designer é algo maravilhoso, pois é necessário grandes habilidades para poder transitar de um universo técnico, lógico e estratégico, para um universo lúdico, criativo e inspirador.

Qual conselho você daria para um jovem empreendedor? Tenha paixão pelo que faz e tudo flui naturalmente.

Quais foram as principais mudanças que ocorreram durante a história da empresa no mercado em que atua, e como as enfrentou?

A Intervento Design tem apenas 4 anos de mercado, e em pouco tempo nos estabelecemos no mercado, pois apostamos em uma atitude séria com um design com foco em resultados. Nossa metodologia de trabalho atenta para a inovação, equacionando: o desejável sob o ponto de vista do usuários; o praticável sob o ponto de vista industrial e tecnológico; e o viável sob o ponto de vista das empresas, negócios e estratégias.

Este aporte nos rendeu, neste pouco tempo de história 5 importantes prêmios de design:

2012 – prêmio inovação da Fimma Brasil

2013 – Salão do Design – categoria profissional

2013 – House And Gift de design

2013 – Museu da Casa Brasileira

2014 – Idea Brasil

O que é necessário para ser um bom empresário e perpetuar um negócio? Fazer o que gosta, ser um grande empreendedor, cercar-se de pessoas chave, ter muita persistência e paixão.